Arquivo mensal: junho 2012

#JumpWeekend Review: Sket Dance

“Não precisa de motivo pra ajudar um amigo em apuros! Eu disse que faria, então vou fazer! Eu… nunca trairia um amigo. Não importa se alguém já te traiu alguma vez, eu não sou assim!”

O Jump Weekend é um projeto de blogagem coletiva, com vários blogs postando sobre mangás/mangakas/ qualquer coisa relacionada a famosa revista Shonen Jump. O Mangathering também está dentro dessa. Então, nesse post, falarei de um dos meus mangás favoritos da Shonen Jump, Sket Dance (oh, really?).

A série não teve tanta sorte assim no começo de sua vida, no ano de 2007. Durante um bom tempo, ela ficou lutando contra o cancelamento, e causando aflição nos (na época poucos) leitores de que a série acabaria de forma prematura. Mas em uma rara amostra de justiça nesse mundo dos mangás, Sket começou a ganhar popularidade, e atualmente se mantém muito bem na revista, obrigado. Com direito até a um anime lançado em 2011, que já passa dos 60 episódios. Mais que merecido para essa ótima série de (na maior parte do tempo) comédia.

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Recomendação da Semana: Lovesick Dead

Mais uma vez abordando o misterioso mundo do horror, cá estou eu para trazer a recomendação da semana.

Vou ser mais direto. A recomendação da semana é Lovesick Dead, do renomado mangaká Junji Ito. Li esse mangá aleatoriamente, como meu primeiro contato com o autor, e mais tarde acabei descobrindo que ele corresponde ao décimo-quinto volume de “Horror World of Junji Ito”. Mas pelas minhas pesquisas, essa história não tem ligação direta com as outras da obra. Leia o resto deste post

Recomendação da Semana/Review: Kokuhaku (Confession)

“It’s his fault… for listening!”

Aqui estou eu, para mais uma recomendação.

Esse é um mangá que li esses dias que me impressionou muito. Obra de dois mangakas muito renomados (A história ficou a cargo de Nobuyuki Fukumoto, autor de Kaiji, e a arte foi obra de Kaiji Kawaguchi, autor de Zipang), esse mangá tem apenas um volume, publicado em 1999, na revista Uppers (que publicou Basilisk).

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Série temática do Mangathering #5 – Mangás cancelados [3/4 – Daisuke – Lock On!]

Segundo texto (Ignorando o post de apresentação) da série temática de Junho. Cá estou eu.

Hoje falarei de Lock On!, mangá que foi publicado e, obviamente, cancelado na Shonen Jump em 2010, e é assinado por Tsuchida Kenta, que não tem outra contribuição para o mundo dos mangás. Leia o resto deste post

Recomendação da semana: Hideout

Olá. Eu, Daisuke, venho lhes trazer a recomendação dessa semana.

Como já devem ter percebido graças a alguns textos de minha autoria, adoro obras de horror e terror. Desde obras mais simples e repletas de fantasia, como o competente Não tenha medo do escuro, até as complexamente brutais, repletas de bizarrice, como A Centopeia Humana. Não sou grande entendedor deste universo sombrio da ficção (E que em muitos casos, vai além dela), mas o admiro muito.

Obviamente, já li mangás do tipo, e existem, inclusive, textos neste blog sobre eles. Mas sem mais enrolação, o mangá que eu recomendarei hoje é Hideout, de Masasumi Kakizaki, publicado na Big Comic Spirits em 2010. A série contém nove capítulos, e um volume encadernado. Leia o resto deste post

Série Temática do Mangathering #5 – Mangás Cancelados [2/4 – Luki – Hand’s]

“It’s like basketball plus soccer divided by two. Kinda.”

Melhor explicação do que é handebol que eu já vi.

 

E assim começamos a série temática do Mangathering. Nesse mês, como já dito, falaremos de mangás cancelados, e como de costume, eu peguei um dos mais randoms possíveis.

Hand’s é um mangá de Itakura Yuuichi, cujo maior feito foi ser assistente de Takehiko Inoue no mangá “Real”. Foi publicado na nossa querida Shonen Jump durante o ano de 2007, mas teve um final bastante prematuro, sendo encerrado com meros 10 capítulos. Vamos ver se eles valem a leitura?

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Recomendação da Semana: Island (Komi Naoshi)

Pela segunda semana seguida, uma one-shot do autor de Double Arts e Nisekoi será recomendada. E é a que eu considero a melhor dele até então. Este one-shot foi publicado no ano de 2007, na Akamaru Jump (revista da Shueisha que serve pra testar autores novatos, normalmente).

A história se passa em uma ilha em um futuro alternativo, protegida por muralhas gigantes, e conta a história de Aira, uma garota com 14 anos recém-completos que tem um sonho de descobrir o que existe no mundo lá fora. Mas uma grande surpresa a aguarda a respeito disso….

Para uma one-shot ser realmente boa, ela tem que conseguir desenvolver e concluir bem seu enredo mesmo com um numero reduzido de páginas. E o Naoshi consegue fazer isso muito bem com Island.

A história tem um clima muito bom, e se desenvolve com qualidade, enquanto prepara os leitores pra revelação, que vamos descobrindo junto com a protagonista, o que causa uma boa surpresa no leitor. O universo que o autor criou, da ilha, dos personagens, e da relação entre eles, dá um clima agradável a história, assim como seu final, que é bem motivador e esperançoso, mas longe de ser estúpido.

Acho legal ver como o autor consegue fazer uma boa história shounen sem grandes elementos de ação, ou sem uma grande necessidade de criar tensão no leitor. A história tem um ritmo tranquilo, ainda que não sendo maçante em nenhum momento.

A protagonista (Que por sinal, é feminina, coisa rara numa história desse tipo) é uma personagem que consegue ser bem trabalhada nessas poucas 44 páginas.

Quanto a arte, eu sempre disse gostar muito do traço do mangaka. É bem simpático, mesmo não sendo incrivelmente detalhado, eu considero bem bonito. Ajuda bem a contar a história.

Uma one-shot original e bem feita, que eu considero a melhor obra do Naoshi. Leiam, não se arrependerão.