Arquivo mensal: outubro 2012

Especial de Halloween – Review: Litchi Hikari Club

Surpresa! Eram para ser apenas dois posts especiais de Halloween, mas legal como sou –ou não-, decidi fazer um terceiro, sobre um mangá que eu até citei no recém-postado texto sobre Suehiro Maruo. Este é Litchi Hikari Club! Nesse post falarei apenas de LHC, pois ainda não li o tal Bokura no Hikari Club. Mas enfim: o mangá é de autoria de Usamaru Furuya (Jisatsu Circle, Genkaku Picasso, The Music of Marie, etc) e foi publicado na Manga Erotics F; tem apenas um volume, que abrange seus nove capítulos. Leia o resto deste post

Especial Halloween – Suehiro Maruo: erotismo e violência em prol da arte


31 de outubro, o Halloween. Para um brasileiro comum, uma data qualquer, para um blogueiro amante de obras fictícias com toques de horror e fantasia, uma ótima ocasião para postar algum texto temático. No Mangathering são dois posts, hein? Hoje vocês já devem ter lido (ou deveriam) o meu texto sobre Panorama do Inferno, de Hideshi Hino, e para tornar este dia ainda mais bacana, vos apresento o peculiar Suehiro Maruo!

Este texto vai explicar um pouco do estilo curioso de fazer quadrinhos ao qual este grandioso autor segue, e comentar suas três obras lançadas no Brasil pela Conrad: Ero-Guro: O erótico grotesco de Suehiro Maruo (Ultra-Gash Inferno); O Vampiro que Ri; e Paraíso: o Sorriso do Vampiro. Mas antes de qualquer coisa, devo alertar: Maruo não é para qualquer um. Leia o resto deste post

Especial de Halloween- Review: Panorama do Inferno


Olá! Hoje, dia 31 de Outubro, é Halloween! E para celebrar esta data, decidi preparar dois posts temáticos sobre obras mais obscuras, e ambos serão postados hoje. No primeiro post de hoje, apresento-lhes Panorama do Inferno (Panorama of Hell), de Hideshi Hino.

Aqui no ocidente, o nome de Hideshi Hino não é tão forte dentre os autores de horror, pelo menos não tanto quanto o nosso querido Junji Ito. Porém, sempre ouvi falar do autor, e sempre mantive certa curiosidade acerca de suas obras. Então, encontrei um mangá dele, que foi lançado em terras tupiniquins pela Conrad. Ah, Conrad… Leia o resto deste post

Review: Skyfall

Sometimes the old ways are the best.

Faala gente. Schin aqui. Hoje vou dar uma fugida do mundo otaku para falar de um filme que eu tenho esperado ansiosamente- Skyfall, da franquia James Bond.

Eu fui introduzido ao lendário 007 quando criança, pelo também lendário jogo GoldenEye, de Nintendo 64. Desde então, eu tenho um certo fascínio pela série, que só foi aumentando quando vi alguns de seus filmes. E com o tempo, eu estabeleci dois objetivos: ver todos os 20 (até então) filmes, e a tempo de ver no cinema o filme seguinte. No dia 26, estréia do 23º filme, posso dizer que cumpri ambos- mesmo se um pouco atrasado. Leia o resto deste post

Recomendação da semana: Melodia Infernal

Eu voltei, pessoal. E como os pokémons daquele adversário chato que aparecia de tempos em tempos no jogo, mais forte e experiente. Hoje para publicar a recomendação da semana: Melodia Infernal (Mélodie d’enfer),  de Lu Ming, um manhua (HQ chinesa) de dois volumes (doze capítulos), que foi lançada por aqui pela Conrad (belas edições, por sinal).

O manhua tem um enredo no mínimo inusitado: uma banda de heavy metal composta por almas suicidas está a procura de um novo guitarrista solo. Ainda vivo.

Na Pradaria do Paraíso, lugar para onde são encaminhados os espíritos de pessoas que cometeram suicídio, uma banda de heavy metal, Third Man, composta por suicidas, é claro, faz bastante barulho na tentativa de aperfeiçoar mais e mais suas técnicas musicais. Porém, com a saída de seu guitarrista solo, a banda se vê extremamente desfalcada e precisa arranjar uma solução imediatamente. E é então que, por intermédio de uma feiticeira (Maya), eles chegam a um nome: Chen Xiangheng, um talentosíssimo guitarrista que deixa os membros da banda embasbacados com toda sua habilidade e virtuosismo. No entanto, nada na vida vem tão fácil… Nem nada vida, nem na morte. Zhang Xiao (guitarrista base), Yanan (baixista) e Hei (baterista) descobrem que, para contar com os sweep pickings e alavancadas do Steve Vai chinês (por algum motivo o personagem me lembrou o Steve Vai), eles terão de trazê-lo de algum modo ao mundo dos suicidas. E é nisso que a história se desenrola e se baseia.

O traço do mangá é bastante realista, ao meu ver. Algumas vezes fica confuso, mas em alguns momentos chega a um grau dele beleza e detalhismo que beira a perfeição! Instrumentos maravilhosos e forma magistral de representar os músicos em ação, algumas cenas poderiam ser até ser emolduradas e postas na parede do meu quarto. Além do traço, algo a ser destacado são os posfácios escritos pelo quadrinista e guitarrista Marcatti nas duas edições, cheios de textos informativos sobre guitarras e ilustres guitarristas, uma grande aula de história da, considerada por muitos, mais nobre das artes.

Agora, fugindo um pouco do enredo em si e de observações físicas da obra, vamos a uma análise do desenvolvimento da história. Então, conversando rapidamente sobre com o outro membro do blog que leu o manhua, Daisuke, e lendo alguns comentários rápidos por aí, percebo que a história gera opiniões controvérsias. Talvez a grande falha esteja na busca feita de forma extremamente inescrupulosa e, por vezes, infantil por parte de determinado personagem. Por esse texto não ser uma review, prefiro não entrar em grandes detalhes, mas eu não vejo como defender a forma como essa procura é executada. Claro, talvez o autor estivesse querendo nos mostrar o quão longe pode ir o ser humano por seus objetivos, passando por cima de princípios (como chega inclusive a ser citado em dado momento) e atropelando o que mais estiver o impedindo de chegar ao tão sonhado alvo.

Apesar dos pesares, o manhua consegue ser até muito bem finalizado. O autor consegue realmente parar na hora certa, quando todas as ideias, mensagens e lições já parecem ter sido transmitidas, além de todos os personagens já haverem tido seu “final” devidamente apresentado. E é com imensa felicidade que finalizo esse texto, pois o que era para ser mais uma distração em meio a um infinitamente empolgante dia de aula, acabou se tornando uma leitura extremamente agradável, que posso recomendar a qualquer amante de música (como eu), ou simplesmente de uma história fora do comum, sem medo de errar.

Primeiras impressões: Sukitte Ii na yo + Anúncio no final do post

Eu estou fazendo alguns textos de primeiras impressões agora, nesse final de mês, não por ter planejado matar dois ou três episódios de uma vez, mas sim por pura preguiça de assistir, por melhor que alguns aparentem ser. Mas, finalmente, levantei-me da cadeira para agir! Sentei de novo e parti para os animes da temporada de Outubro! Leia o resto deste post

Primeiras impressões: Ixion Saga DT

Olá, queridos leitores!

Há quanto tempo! Vocês devem ter reparado (ou não) na falta de posts do blog na semana passada, e bom, eu devo pedir desculpas por isso. Sabem como é a vida de um estudante; muito estudo, muitas festas, muitas namoradas… E qualquer um que jogue, ou tenha um amigo que gosta de algum MMORPG (como eu), sabe que essas coisas são extremamente distantes de sua realidade. As várias horas gastas em frente ao computador chamando os outros jogadores de noobs e cheaters, upando seus monstrengos estranhos e exalando o cheiro da virgindade impedem que os mundos se cruzem.

E qualquer um que se coloque a ler algumas sinopses de obras lançadas a cada nova temporada de animes, deve ter percebido a gama de séries que tem como temática, justamente, os jogos online. Na maioria são sobre jovens que adentram o mundo virtual de seu jogo favorito, e vivem grandes aventuras num clima de muita curtição. E este anime, Ixion Saga DT, não é diferente; apesar de também ser. É diferente e é parecido. Na verdade, é complicado! Leia o resto deste post