Especial Halloween – Suehiro Maruo: erotismo e violência em prol da arte


31 de outubro, o Halloween. Para um brasileiro comum, uma data qualquer, para um blogueiro amante de obras fictícias com toques de horror e fantasia, uma ótima ocasião para postar algum texto temático. No Mangathering são dois posts, hein? Hoje vocês já devem ter lido (ou deveriam) o meu texto sobre Panorama do Inferno, de Hideshi Hino, e para tornar este dia ainda mais bacana, vos apresento o peculiar Suehiro Maruo!

Este texto vai explicar um pouco do estilo curioso de fazer quadrinhos ao qual este grandioso autor segue, e comentar suas três obras lançadas no Brasil pela Conrad: Ero-Guro: O erótico grotesco de Suehiro Maruo (Ultra-Gash Inferno); O Vampiro que Ri; e Paraíso: o Sorriso do Vampiro. Mas antes de qualquer coisa, devo alertar: Maruo não é para qualquer um.

Como está escrito nas excelentes edições da Conrad para suas obras, Maruo teve uma infância pobre, e chegou a ser preso por roubar discos do Santana e do Pink Floyd. Aliás, o trabalho da Conrad com as obras do autor é impecável! Textos introduzindo o leitor ao universo de bizarrices do autor, detalhando suas referências e até uma entrevista se fazem presentes. Ah, Conrad…

Ero-Guro: O erótico grotesco de Suehiro Maruo

Suehiro Maruo é conhecido por trabalhar com o Ero-guro (erótico grotesco) e o horror de maneira diferente do habitual, e suas obras contém doses cavalares de choque visual, utilizando as mais diversas bizarrices e fetiches para maravilhar o seu leitor. Maravilhar, sim. Coisas tão grotescas, representadas pelo delicado e magnífico traço de Maruo fazem com que os olhos dos leitores sejam invadidos por uma beleza quase divina. A verdade é que quando pensamos num erotismo violento e grotesco, logo nos vem à cabeça o Marquês de Sade e seus 120 dias de Sodoma. E em “O Vampiro que Ri”, em um dos excelentes textos presentes na edição, é feita uma comparação interessante entre eles.

O Marquês de Sade era um aristocrata francês, e tinha uma visão de mundo um tanto diferente de um pobre jovem japonês de seis irmãos. Apesar disso, Sade era um dos escritores libertinos socialistas que tentavam chocar a sociedade com obras com alto teor de violência. A verdade é que mesmo tendo sido mantido na prisão da Bastilha – justamente quando criou seu Magnum opus- era, como já dito, um aristocrata. Portanto, conhecia melhor ainda os luxos e as pecaminosas atitudes aristocráticas europeias do que Maruo, que também gosta de retratar diferenças sociais e orgias luxuosas em suas obras, mesmo que estas não ocorram na Europa. Os escritores deste período tinham como alvo as figuras poderosas da época, como autoridades políticas e religiosas, montando tramas nas quais tais figuras protagonizavam orgias e crimes. Já Maruo, apesar de gostar de brincar com o poder dos ricos, costuma retratar os acontecimentos pela visão dos mais humildes, do povo, de onde ele veio. Situações nas quais personagens de menos poderio econômico contrastam com toda a autoridade dos poderosos são comuns em suas obras. Mas o mais impressionante de tudo isso, é que Suehiro Maruo – não um Marquês de Sade nipônico- mas sim um visionário que viajou da antiga Europa e veio parar no Japão moderno.

Maruo captou perfeitamente a mensagem que essas obras queriam passar, e mesmo com algumas ideias suspeitas, formulou um trabalho de base complexa, que aparenta não ter nada a dizer, mas tem mais que uma bíblia- oh heresia. Ainda na França, outra influência de Maruo, que posteriormente (junto ao próprio autor) influenciaria Usamaru Furuya em seu excelente Litchi Hikari Club (que deve ter um texto pra si aqui no blog em breve), é o Grand Guignol. O Grand Guignol era um teatro francês surgido em 1895, conhecido por apresentar peças com alto teor de dramaticidade e violência, que chocavam o publico. Curiosamente, essas peças costumavam apresentar o sofrimento da classe mais baixa da população da época, como prostitutas e moradores de rua. O Grand Guignol francês, inclusive, deu origem ao Tokyo Grand Guignol, que, como o nome sugere, é japonês, que tem entre o seu catálogo, a obra original de Litchi Hikari Club. Talvez essa versão nipônica tenha influenciado não só Usamaru Furuya, mas também o próprio Suehiro Maruo. O Grand Guignol influenciou, direta e indiretamente, os rumos que o horror fictício tomaria ao longo dos anos. Algo tão importante e notável não poderia ser ignorado pelo perfeccionista Maruo, que independente de influências claras, foi de um jeito ou de outro, tocado por esse estilo teatral francês.

Maruo também foi bastante influenciado pelo surrealismo de nomes como Salvador Dalí (aquele mesmo, do bigode), e não só aposta numa violência gráfica de beleza absurda, como também em histórias com um contexto histórico claro, seja na pobreza dum pós-guerra ou na perversidade da mente da sociedade japonesa. Aliás, sua arte foi bastante influenciada por Yoshitoshi, antigo artista japonês conhecido por suas gravuras de essência tradicionalmente nipônicas. Maruo parece reinventar em cima do estilo de Yoshitoshi, e dar ainda mais vida às obras do estilo. É como se das figuras feitas pelo falecido, tirassem as cores, e adicionassem um detalhismo ainda mais impressionante, tornando-as de um grau de beleza absurdo. Além disso, o autor utiliza um enquadramento bem diferente do habitual, e consegue fazer com que as cenas sejam incrivelmente dinâmicas, parece até que as personagens realmente se movem! Além disso, Maruo utiliza uma técnica de “olhos saltitantes” que dá mais dinamismo ainda à obra. Sairei um pouco das influências gerais, para que depois eu possa comentar sob que influências estava Maruo em cada uma de suas obras disponíveis em terras tupiniquins.

Ero-Guro: O erótico grotesco de Suehiro Maruo:

Começaremos pela “nata” de seus trabalhos, aquela obra que, como o título em nossas terras indica, é quase uma definição do ero-guro. Nessa coletânea de one-shots, Maruo nos brinda com nove histórias eróticas de violência extrema para os mais sensíveis e com um grande arsenal de parafilias. Além de tudo, aquela lista extensa de influências se expande ainda mais; nessa coletânea podemos identificar, diretamente, “O Corvo”, de Edgar Allan Poe; “O Grande Masturbador”, de Salvador Dalí; “Uma temporada no Inferno”, de Artur Rimbaud; e “A História do Olho” de Georges Bataille, por exemplo. Essas são as influências mais claras, que ficam explícitas até no título de cada capítulo.

Não posso comentar capítulo por capítulo, mas comentarei as duas histórias que eu considero mais interessantes. A primeira delas, “Receita para uma sopa de merda”, a tal influenciada por Bataille. Esse é, provavelmente, o capítulo que eu mais gosto, e muito se deve a um humor negro e sério utilizado por Maruo. Na história, três jovens protagonizam atos sexuais de uma bizarrice indescritível. Com certeza, este é o capítulo que mais utiliza do extenso arsenal de parafilias do autor. Aqui, e apenas aqui, temos, por exemplo, “Golden Shower” (da imortalizada constatação da inexistência de Deus, em 120 dias de Sodoma), coprofagia (que gera os tais momentos engraçados, com falas inusitadas e estranhas) e uma espécie de sexo radical em alta velocidade. Assim como o surrealismo do qual Maruo tanto gosta, Receita para uma Sopa de Merda parece não fazer o menor sentido em boa parte de seu desenvolvimento, e talvez realmente não faça, mas a intenção do autor era, assim como Bataille, mostrar o quão longe podem ser explorados os recursos possíveis para atingir o prazer. Indo ainda mais longe na análise, Maruo também representa a que ponto pode chegar a própria juventude, e se comparado ao seu Vampiro que Ri (comentado mais adiante), contrasta de maneira impressionante: não importa quando, nem onde, não importa a época, mas os jovens, maliciosos, sempre explorarão o prazer de todas as maneiras possíveis.

O outro capítulo que merece ser comentado é aquele que é, por muitos, considerado o melhor da obra: “A Cidade que Sucumbe” é maior do que os seus companheiros de coletânea, e é, provavelmente, a história mais complexa dentre as one-shots. Este capítulo nos mostra os recursos utilizados por um anão de caráter duvidoso para conquistar a confiança de uma miserável moça, que ainda tem que sustentar o seu pequeno filho. Lembram quando eu falei de como Maruo representava a desigualdade social? Confesso que estava com essa história em mente quando o fiz. O “Guignol” do nome daquele teatro francês significa “marionete”, e é isso o que representam as personagens nas mãos de Suehiro Maruo. Percebemos que nas histórias com teor elevado de erotismo, o autor faz com que aconteça de tudo com os corpos das personagens, mas em “A Cidade que Sucumbe”, o grande foco é o lado psicológico de seus componentes. Os cidadãos mais necessitados são controlados indiretamente pelo autor, e o elo entre eles é como o próprio Maruo acaba por se manifestar na obra: como o poderoso, a personagem que quer tirar proveito dos pobres, que são nada mais do que marionetes sob o seu comando. Como eu disse, nessa história o tal “poderoso” mira no emocional da mulher, tudo para conseguir, enfim, atingir o seu físico. De maneira sutil o anão faz de tudo para atrair a moça, que faz o que está a seu alcance para escapar. Porém, como uma pessoa necessitada, uma hora ou outra ela terá que ceder, não?

No geral, Ero-guro nos apresenta um excelente punhado de histórias. Muitas delas, talvez por influência do próprio surrealismo, são de difícil interpretação e compreensão, ou talvez não façam sentido mesmo; quem sabe. Outro ponto interessante é que Suehiro Maruo não costuma apresentar os sentimentos das personagens quanto às outras, pelo menos não o amor e a admiração. Apesar disso, em uma história cujo desfecho final aparenta não ter sentido algum, “Noite Podre”, o amor parece ser um recurso surrealista para dar o pontapé inicial das bizarrices, ou para os mais românticos, algo como “o amor ultrapassa qualquer barreira, mesmo que os amantes estejam quase mortos”.

Também recomendo: Texto sobre Ero-guro, no Elfen Lied Brasil.

Warau Kyuuketsuki (O Vampiro que Ri + Paraíso: o Sorriso do Vampiro)

Warau Kyuuketsuki é o nome dado à obra composta por O Vampiro que Ri e Paraíso, como foram chamados no Brasil. Apesar de, cronologicamente falando, o primeiro se passar antes, a ordem de leitura não mudará muita coisa na experiência de ler a obra. Tanto que eu, desavisado como sou, comprei e li Paraíso antes de sua “prequel”, e isso não me atrapalhou porque uma não se passa imediatamente após a outra. Aliás, ter lido Paraíso antes apenas atiçou minha curiosidade quanto ao passado de algumas personagens.

O Vampiro que Ri:

Sensacional. Das obras de Maruo lançadas por aqui, é, com certeza, a mais interessante. Como o nome sugere, a obra trata de vampiros. Mas não o conceito de vampiro que foi tão deturpado após o sucesso de “Entrevista com o Vampiro” (originalmente em livro, de Anne Rice, e depois em filme) e transformando se em algo completamente diferente. Vampiros sempre foram figuras macabras que conseguiam, com o seu carisma e a atmosfera misteriosa sob eles constituída, seduzir seus espectadores em todos os sentidos possíveis. Atualmente, as obras fictícias utilizam-se de vampiros com rosto bonitinho – e apenas isso-, coração “puro” e sem todos os fatores anti-vampirescos com os quais a “primeira geração” sofria. Maruo conseguiu moldar um conceito fantástico para os vampiros: autêntico, mas sem deixar de lado aquelas características que fizeram dos vampiros figuras tão interessantes.

Sabem o que é o mais interessante de tudo? O Vampiro que Ri não se passa num cenário pós-guerra, ou na antiguidade, mas sim numa Tóquio relativamente recente. Para moldar toda essa atmosfera urbana, Maruo espalhou diversos elementos e sinais que denunciam a perversão em nossa sociedade: garotas lucrando com o apetite sexual de velhos; garotos atacando moradores de rua; um palhaço estuprador; entre outros. Tudo está lá, e o autor consegue fazer a história de Mori Konosuke, recém-convertido ao vampirismo, se desenvolver sem deixar de mostrar como a sociedade se comporta e alguns de seus problemas, e ainda dando margem para Miyawaki Runa, cujo destino já estava praticamente definido, tornar-se peça-chave da trama.

Talvez essa ideia já venha do conceito básico de vampiro, mas eu, pelo menos, interpretei essa escolha do autor de utilizar as figuras vampirescas como algo interessante, não só por serem figuras misteriosas e sedutoras, mas também por suas semelhanças com os humanos. O que quero dizer é que Maruo parece fazer questão de lembrar o leitor de que os vampiros precisam de sangue, e mantém um desejo absurdo por ele, e que têm suas fraquezas, como a luz diurna. Talvez ele quisesse mostrar que os humanos estão completamente presos aos desejos mundanos, estando para eles como os vampiros estão para o sangue, e que mesmo assim eles têm suas fraquezas e problemas. Numa interpretação ainda mais ousada, analisando uma frase de Warau Kyuuketsuki na qual é estabelecida uma comparação entre o sangue (para os vampiros) e as drogas (para os dependentes químicos), talvez possamos identificar mais um problema urbano moderno; as drogas. É tudo questão de interpretação.

O Vampiro que Ri, como a melhor obra de Maruo lançada por aqui, é de uma qualidade indubitável. O autor consegue misturar os problemas urbanos modernos às aventuras pra lá de vampirescas nas quais suas personagens se envolvem, criando assim uma atmosfera moderna e sombria; misteriosa e cativante.

Paraíso: o Sorriso do Vampiro:

Paraíso se passa após os acontecimentos d’O Vampiro que Ri, mas não imediatamente. Para falar a verdade – e como eu já disse-, nem é necessário ter lido seu antecessor para entendê-lo. Esse mangá continua a saga de Konosuke e Runa com a velha corcunda misteriosa, ainda num ambiente urbano, e em meio ao já conhecido caos de nossa sociedade. Esta não é uma obra com tantas características de seu contexto representadas sutilmente em seu desenrolar, como O Vampiro que Ri. Parece que Maruo quis apresentar esses detalhes no primeiro volume, para que quem fosse ler Paraíso já estivesse decentemente situado e imerso em seu universo. Porém, deixando de lado aqueles detalhes tão interessantes, Maruo tem mais espaço para desenvolver ainda mais os seus vampiros. Porém, perfeccionista como é, o autor não poderia deixar passar pelo menos um dos detalhes que mais tarde se sobressairia e, vindo ao primeiro plano, casaria magistralmente com a trama vampiresca por ele construída. Uma criança desaparecida há anos ainda é procurada por seu irmão, e tudo indica que isso tem alguma coisa a ver com as misteriosas criaturas noturnas. Quando Maruo decide apresentar algo mais quanto à sociedade da obra, ele faz isso de maneira ainda mais sutil do que em O Vampiro que Ri, de maneira quase imperceptível. O leitor compreende o contexto da obra quase que perfeitamente, mas nem se dá conta de que tudo se deve ao trabalho magnífico do autor em implicitar essas informações.

Warau Kyuuketsuki, como um todo, apresenta um dos mais belos trabalhos artísticos que eu já vi! Tudo o que é criado pelas impuras mãos do mestre Maruo é de uma beleza suprema. Aliás, isso serve apenas para deixar alguns leitores ainda mais inconformados com como ele consegue representar cenas tão bizarras de maneira tão bela. E, como eu já disse, a Conrad fez um trabalho excelente com as obras do autor, e isso me fez perceber quantos excelentes mangás a editora lançou por aqui. Creio que tenha sido a única a investir em mangás de horror, tendo em seu catálogo, inclusive, Junji Ito. É uma pena.

Conclusão:

Esse post, além de um post especial para o Halloween, também estreia uma nova seção no blog, que visa tratar de personalidades e de seus trabalhos, sejam desenhistas, atores, diretores, roteiristas, mangakas, dubladores, enfim, qualquer um que ocupe um cargo no qual trabalhe com o entretenimento. Espero que gostem dessa nova seção.

A arte em sua forma mais grotesca, técnicas inteligentes de roteiro, metáforas e diversas interpretações de obras outrora consagradas. Suehiro Maruo, com as obras lançadas por aqui, se provou um verdadeiro gênio. Seu estilo é único, e seus mangás podem deixar qualquer um indignado: seja pela violência, seja pelo quão inteligente eles podem ser, mesmo que sejam tão fortes visualmente falando. Eu gostei muito de pesquisar quanto às diversas influências do autor, e creio que elas tenham deixado sua obra ainda mais clara para mim. Para encerrar, lhes digo: Suehiro Maruo é para todos, mas não é para qualquer um.

Anúncios

Sobre Daisuke~

Amante de cinema (e de arte e entretenimento de forma geral), adora escrever sobre filmes, livros, mangás, etc.

Publicado em outubro 31, 2012, em Especial, Personalidades, reviews e marcado como , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 8 Comentários.

  1. Adoro ler análises e interpretações sobre as obras de maruo e eu fico fascinada em saber de suas influências e inspirações. Adorei o post e levei como favorito o texto que fala do vampiro que ri ❤ Interessante pq também pensei nisso em relação dos vampiros com os humanos só que pensei que estava ficando meio doida haha! Isso me lembrou uma foto do Eikoh Hosoe que o maruo também usou para se inspirar http://25.media.tumblr.com/tumblr_lzosbkEdUb1qmhbnco1_1280.png http://25.media.tumblr.com/tumblr_lzosbkEdUb1qmhbnco2_500.png ve alguma semelhança? hahahha Se vc se interessar por Eikoh Hosoe tem mais por aqui http://www.401projects.com/index.php?mode=gallery&section_id=153 Também lembrei de algo que o vini damazio postou em um dos meus comentários, vou colar aqui DHAUIDASH Uma imagem que o Maruo usa bastante é a da mulher com a cara estourada do Encouraçado Potemkin. http://1.bp.blogspot.com/-FyIXIso9-fk/T25E0c71nfI/AAAAAAAAA5o/y_Y2EsrYtBA/s1600/Battleship+Potemkin+O+Encoura%C3%A7ado+Potemkin.jpg Acho que provavelmente você deve ter visto essa foto,não sei! Parabéns pelo post,achei super interessante xD

    • Obrigado pelo comentário e pelos elogios, foi um belo complemento ao post. Eu não citei todas as influências e referências do trabalho do Maruo porque seria humanamente impossível. http://www.entrecomics.com/?p=31855 Dá uma olhada nesse link depois. É bem interessante, e mostra algumas referências visuais que ele fez em Panorama Island, à exemplo. É sempre muito legal quando algo que você gosta é capaz de te apresentar a outros artistas e referências culturais. Me diverti horrores pesquisando sobre. E mais uma vez, obrigado pelo comentário. E volte sempre! :3

  1. Pingback: Especial de Halloween – Monster Girls | Omnia Undique

  2. Pingback: Especial de Halloween – Review: Litchi Hikari Club «

  3. Pingback: Review: Hentai Shounen «

  4. Pingback: #Mangathering1ANO Review: A Serpente Vermelha, de Hideshi Hino « Mangathering | 1 ANO!

  5. Pingback: Comentando: Bokura no Hikari Club (Do 1º ao 4º capítulo) « Mangathering | 1 ANO!

  6. Pingback: Review: Os 120 Dias de Sodoma (livro) | Mangathering | 1 ANO!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: