Arquivo do autor:Danilo Apple's

Review: Oito e Meio

Não, isso não é nenhuma ilusão. Seus olhos não estão te enganando, caro leitor. Danilo voltou! Após mais de um ano sem exercitar meu teclado, estou de volta. Alguns (?) devem estar se perguntando “Mas por que sumiu por tanto tempo, Danilo?”. Eu adoraria fornecer-lhes esta informação, mas, por motivos judiciais, não me encontro em posição para tal. O que eu posso dizer é que estou completamente enferrujado e que preciso resolver isso, portanto, vamos ao texto. Leia o resto deste post

#Mangathering1ANO Review: Taxi Driver

Olha só quem apareceu! Isso mesmo, o estagiário mais célebre da blogosfera. E dessa vez não apareci apenas para fazer uma apresentação de Série Temática ou promessas de texto. Apareço hoje para apresentar o texto de um filme recém promovido ao panteão de minhas obras prediletas: Taxi Driver.

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Recomendação da semana: Melodia Infernal

Eu voltei, pessoal. E como os pokémons daquele adversário chato que aparecia de tempos em tempos no jogo, mais forte e experiente. Hoje para publicar a recomendação da semana: Melodia Infernal (Mélodie d’enfer),  de Lu Ming, um manhua (HQ chinesa) de dois volumes (doze capítulos), que foi lançada por aqui pela Conrad (belas edições, por sinal).

O manhua tem um enredo no mínimo inusitado: uma banda de heavy metal composta por almas suicidas está a procura de um novo guitarrista solo. Ainda vivo.

Na Pradaria do Paraíso, lugar para onde são encaminhados os espíritos de pessoas que cometeram suicídio, uma banda de heavy metal, Third Man, composta por suicidas, é claro, faz bastante barulho na tentativa de aperfeiçoar mais e mais suas técnicas musicais. Porém, com a saída de seu guitarrista solo, a banda se vê extremamente desfalcada e precisa arranjar uma solução imediatamente. E é então que, por intermédio de uma feiticeira (Maya), eles chegam a um nome: Chen Xiangheng, um talentosíssimo guitarrista que deixa os membros da banda embasbacados com toda sua habilidade e virtuosismo. No entanto, nada na vida vem tão fácil… Nem nada vida, nem na morte. Zhang Xiao (guitarrista base), Yanan (baixista) e Hei (baterista) descobrem que, para contar com os sweep pickings e alavancadas do Steve Vai chinês (por algum motivo o personagem me lembrou o Steve Vai), eles terão de trazê-lo de algum modo ao mundo dos suicidas. E é nisso que a história se desenrola e se baseia.

O traço do mangá é bastante realista, ao meu ver. Algumas vezes fica confuso, mas em alguns momentos chega a um grau dele beleza e detalhismo que beira a perfeição! Instrumentos maravilhosos e forma magistral de representar os músicos em ação, algumas cenas poderiam ser até ser emolduradas e postas na parede do meu quarto. Além do traço, algo a ser destacado são os posfácios escritos pelo quadrinista e guitarrista Marcatti nas duas edições, cheios de textos informativos sobre guitarras e ilustres guitarristas, uma grande aula de história da, considerada por muitos, mais nobre das artes.

Agora, fugindo um pouco do enredo em si e de observações físicas da obra, vamos a uma análise do desenvolvimento da história. Então, conversando rapidamente sobre com o outro membro do blog que leu o manhua, Daisuke, e lendo alguns comentários rápidos por aí, percebo que a história gera opiniões controvérsias. Talvez a grande falha esteja na busca feita de forma extremamente inescrupulosa e, por vezes, infantil por parte de determinado personagem. Por esse texto não ser uma review, prefiro não entrar em grandes detalhes, mas eu não vejo como defender a forma como essa procura é executada. Claro, talvez o autor estivesse querendo nos mostrar o quão longe pode ir o ser humano por seus objetivos, passando por cima de princípios (como chega inclusive a ser citado em dado momento) e atropelando o que mais estiver o impedindo de chegar ao tão sonhado alvo.

Apesar dos pesares, o manhua consegue ser até muito bem finalizado. O autor consegue realmente parar na hora certa, quando todas as ideias, mensagens e lições já parecem ter sido transmitidas, além de todos os personagens já haverem tido seu “final” devidamente apresentado. E é com imensa felicidade que finalizo esse texto, pois o que era para ser mais uma distração em meio a um infinitamente empolgante dia de aula, acabou se tornando uma leitura extremamente agradável, que posso recomendar a qualquer amante de música (como eu), ou simplesmente de uma história fora do comum, sem medo de errar.

Série Temática do Mangathering #7 – Obras com Contexto Histórico [1/4 – Apresentação do Tema]

Boa noite, mangatheiros e mangatheiras desta pátria de políticos ladrões e ladrões políticos. Dessa vez, infelizmente, invado as telas de seus monitores não para falar sobre uma obra em especial. Pelo menos ainda não. Hoje, como todos devem saber (e pros que não sabiam e botaram a data errada no teste, fica a informação) é dia 5 de Outubro, a primeira sexta-feira do mês e, como em toda primeira sexta-feira de mês, temos apresentação da Série Temática de Outubro, o saudoso mês das crianças! Mas não, a Série Temática desse mês nada tem nada a ver com crianças. A não ser que estas estejam envolvidas em grandes acontecimentos/períodos históricos, porque esse mês falaremos sobre uma das minhas maiores paixões: História, e obras ligadas à. Filmes/mangás/animes/livros que tratem de fatos ou pelo menos que se passem em um período histórico real, sem fantasias ou qualquer tipo de poder especial (Basilisk, uma obra sobre a qual eu escrevi, por exemplo, se passava em um período histórico real… Mas o enredo é inverossímil).

E p-p-por hoje é só, pessoal. Aguardem por mais informações, como a ordem de postagem das dos textos (que esse mês terá a novidade de começarmos um rodízio de membros na Série Temática, com a sobra de dois membros por mês) e as obras abordadas. Mais uma vez, boa noite e ótimo fim de semana.

Review: Basilisk

Quando você, estimado leitor, achou que eu havia sumido, eu apareço aqui com um novo texto para provar que sou um menino mudado. E não é uma recomendação fuleira de três parágrafos: é uma review sobre um anime sensacional, com lá seus já manjados artifícios de um anime de ação, mas que consegue mesmo dentro de todos esses clichês ser extremamente criativo e bem desenvolvido. E o anime em questão é Basilisk Kouga Ninpouchou, do famoso estúdio GONZO, sob direção de Fumitomo Kisaki.

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Review: Adeus, Lênin!

Olhem só quem resolveu dar as caras! Isso mesmo, estimado leitor, eu ainda faço parte desta equipe, feliz ou infelizmente, não fui substituído nem nada do tipo, a equipe foi simplesmente reforçada, e muito bem reforçada, diga-se de passagem. Sumi por motivos pessoais, a vida na cidade grande anda me consumindo, de modo que quando pude voltar pra cá, ainda tive de resolver algumas pendências no sindicato dos blogueiros, instituição muito burocrática, por sinal.E, bom, não vou prometer nada como na minha última aparição além do máximo que eu puder escrever, afinal, ainda preciso passar de ano. Mas vamos logo ao que interessa: meu texto.

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Série temática do Mangathering #6 – Animes e Mangás sobre música [1/4 – Danilo – Apresentação do tema]

Sexta-feira, meus caros leitores. Não preciso dizer o que tem sexta-feira, não é? Pois então, antes de explicar a Série Temática desse mês, gostaria de esclarecer a ausência de um texto de minha autoria no mês de Junho. Como vocês bem devem saber, eu escrevo todos os meus textos a mão e na véspera da postagem. Pois então, meu peixe beta comeu meu texto, aquele danado. Nada eu pude fazer, já que realmente não o alimentava há alguns dias, além de lamentar e acatar a mais um desígnio divino.

Mas mês novo, texto novo. Dessa vez procurarei escrever tudo durante alguma aula de História ou Matemática, prometo que esse erro não se repetirá, estimadíssimo mangatheiro. No entanto, sobre o que Danilo vai escrever afinal, você deve estar se perguntando. Pois bem, o tema desse mês é música. Falaremos sobre obras relacionadas a bandas, músicos, instrumentos e tudo mais referente a forma mais bela de expressão do ser humano. Aguardem, pois acredito que bons frutos vêm dessa Série Temática.

Ah, antes que eu me esqueça, gostaria de fazer um comunicado sobre um assunto seríssimo. Um motim no Mangathering. Pois é, Daisuke resolveu se rebelar contra a casa que o protegeu dos ventos cortantes da sarjeta e estreou oficialmente o seu projeto solo, o Bara no Seidou. Apesar desta atitude lastimável de Daisuke, nós da equipe Mangathering o perdoamos e recomendamos a vocês, assíduos leitores que também apreciam a música japonesa, que deem uma olhada em seu texto de estréia. Obrigado.