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Recomendação da Semana: Higurashi no Naku Koro ni

prank

Olá, queridos leitores! Schin aqui, fazendo nossa recomendação semanal a vocês.

Quem leu meus outros posts deve saber que eu gosto bastante de um terror mais psicológico, perturbador. Minha recomendação de hoje cai nessa categoria. Mas, dessa vez, não é de mangá que eu vou falar.

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Recomendação da semana: Otomen

Não julgue um livro pela capa. Nem um mangá.

Otomen é um mangá shoujo de autoria de Aya Kanno, e é publicado na Bessatsu Hana to Yume desde 2006.

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Série Temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [4/4 – Luki – Desventuras em Série]

 


“Please read something else.”

Aviso. Esse é um post fanboy. Mesmo. Não espere uma análise técnica, isso é uma exaltação da obra.

Desventuras em Série é uma obra especial pra mim. Nem eu sei direito porque, vou ver se consigo entender melhor escrevendo isso. Mas tenho a impressão que, 2011 (entre outras coisas, claro) vai ser “o ano que eu li Desventuras em Série”.

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Série temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [3/4 – Code Geass – Daisuke]

Code Geass. Duas palavras, nove letras, um anime. Não um anime qualquer, mas meu anime favorito. Não só meu anime favorito, minha obra favorita.

O que é Code Geass? Em teoria é uma enorme franquia que abrange animes, mangás, jogos e tudo o que você pode imaginar. O anime de Code Geass : Hangyaku no Lelouch (Lelouch of the rebelion) é um dos mais bem conceituados dos últimos tempos, sempre sendo premiado e citado em listas de melhores animações. Não à toa.


2010. Japão e Britannia iniciam uma guerra que futuramente seria vencida pela segunda. A Britannia pode vencer graças à suas novas armas, os Knightmare frames. Basicamente, robôs gigantes.

Após perder a guerra, o Japão teve seu nome e direitos tomados, e passou a se chamar Area 11. Seus habitantes foram nomeados elevens. O começo do primeiro episódio nos apresenta a dois garotos, Lelouch e Suzaku.

Estes garotos cresceram. Lelouch aparentemente é apenas um estudante qualquer, mas esconde que ele e sua irmã, Nunnally, são membros renegados da família real da Britannia. Mais especificamente, filhos do imperador Charles. Sua mãe foi morta e sua irmã ficou cega e necessitando de uma cadeira de rodas após um atentado contra a família quando o garoto ainda era pequeno.

Certo dia ocorre um acidente envolvendo terroristas. Lelouch tenta ajudar as pessoas de dentro do caminhão acidentado e acaba se envolvendo em algo mais complexo. Graças a isso o protagonista reencontra seu amigo de infância, Suzaku, que agora é um soldado de Britannia. Ainda mais importante do que isso, uma misteriosa garota, C.C. lhe concebe o poder do Geass. No caso de Lelouch, o Geass lhe permite dar uma ordem a uma pessoa e fazer com que ela a cumpra. Agora o jovem quer se vingar da Britannia e mudar o mundo, utilizando o codinome Zero. Nisso consiste Code Geass: Lelouch of the rebelion.


Este projeto megalomaníaco da Sunrise é um absurdo se tratando de arte (O character design foi feito pelo grupo CLAMP) e animação. A trilha sonora é uma das melhores, se não a melhor, já vistas (ou ouvidas) em animes. Tanto as openings e endings quanto as músicas de fundo são maravilhosas.

Tem quem compare a história com a de Death Note. Particularmente, desgosto disso. São duas séries das quais gosto bastante, mas não acho que sejam tão semelhantes como dizem por aí.

Se tratando de roteiro, a primeira temporada é melhor do que a segunda (R2). Mas eu gosto igualmente de ambas. Code Geass R2 traz mais momentos épicos, cenas maravilhosas que marcam o espectador.


Momentos épicos protagonizados por quem? Ele mesmo. O meu personagem fictício favorito, Lelouch Lamperouge, digo, Lelouch vi Britannia! Alguns personagens de Code Geass realmente se destacam, como a Kallen. Mas ninguém que se compare ao protagonista da série.

No aspecto em que a maioria dos animes atuais pecam, Code Geass dá um show. O final da série é maravilhoso, algo realmente memorável.

Code Geass é um dos mais famosos e bem conceituados animes da década passada, e faz por merecer. Me sinto grato por cada segundo gasto vendo a série. Não à toa é a minha obra favorita. “All hail Lelouch!”.