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Review: Assassin’s Creed (O primeiro)

acMangathering voltando do recesso!

Primeiramente, feliz ano novo a todos. Agora, pela primeira vez em minha humilde existência, resenharei um jogo. Por ser minha primeira vez neste ramo, já peço desculpas por qualquer deslize ou por uma provável possível baixa qualidade deste texto. Mas eu sinceramente espero que ele fique pelo menos aturável. O jogo escolhido é o primeiro da franquia Assassin’s Creed.

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Recomendação da semana: Chuuousen Cinema Paradise

Olá.

Bom, confesso que achei que não conseguiria fazer a recomendação da semana, já que ocorreram alguns imprevistos. Porém, decidi explorar a minha pasta de mangás baixados, e ver se tinha algo curto e interessante para ler e recomendar. Bom, para isso, nada melhor do que uma one-shot, não?

Eu não gosto muito de recomendar one-shots por não poder falar muito delas, ou traçar análises mais detalhadas, mas a verdade é que elas sempre são ótimas opções para a recomendação, pois geram textos menos detalhados que apenas direcionam o leitor até a obra em questão, para que o próprio tire suas conclusões. Chuuousen Cinema Paradise é uma one-shot de Akiko Higashimura (de Kuragehime), e foi publicado na Jump SQ em 2007.

O mangá começa mostrando uma garota roubando um cartaz de um famoso ator na rua, enquanto é observada por um rapaz. Este rapaz, Kaoru, é o foco do mangá; à medida que a one-shot se desenrola, somos apresentados a toda a história dele, desde o começo de sua carreira como ator, quando era apontado como prodígio, até a sua situação atual. Mais à frente, Kaoru se encontra com a tal garota, gerando um desenrolar interessante para a conclusão da história.

Creio que é bem perceptível a minha dificuldade em formular uma sinopse decente e sem muitos spoilers para a obra, mas eu acredito que as linhas por mim escritas para definir a história dela tenham sido úteis, visto que isto é apenas uma breve recomendação para a sua lista de leitura, e, infelizmente, não uma análise detalhada que traça os perfis psicológicos completos das personagens e encontra o sentido da vida dentro da própria obra.

A história de Kaoru nos cinco anos que se passaram é apresentada por um método narrativo interessante que consiste em flashbacks, e é bem construída para as quase cinquenta páginas que a autora teve a seu dispor. Mesmo numa curta one-shot, a autora conseguiu aprofundar competentemente o seu protagonista.

A arte da tal Akiko Higashimura é bem diferente, e característica; muito bonita e competente. Destaque para o character design. E bom, a autora utilizou um estilo de enquadramento que pelo menos a mim, parece um pouco diferente do habitual. Nada que comprometa, para falar a verdade, esse “estilo” é até bem interessante.

Obviamente, eu não tenho como ser tão crítico com one-shots, já que os autores têm que desenvolver suas histórias em menos de cinquenta páginas, na maioria dos casos. E Chuuousen Cinema Paradise é uma leitura descontraída e rápida.

Recomendação da Semana: Hatsukoi Limited

A obra-prima da Kawashita.

Um mangá de romance curto, sem enrolações, com personagens carismáticos tanto do lado masculino quanto do feminino, e com um quê de originalidade bem agradável. Parece bom, não?

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#JumpWeekend Review: Sket Dance

“Não precisa de motivo pra ajudar um amigo em apuros! Eu disse que faria, então vou fazer! Eu… nunca trairia um amigo. Não importa se alguém já te traiu alguma vez, eu não sou assim!”

O Jump Weekend é um projeto de blogagem coletiva, com vários blogs postando sobre mangás/mangakas/ qualquer coisa relacionada a famosa revista Shonen Jump. O Mangathering também está dentro dessa. Então, nesse post, falarei de um dos meus mangás favoritos da Shonen Jump, Sket Dance (oh, really?).

A série não teve tanta sorte assim no começo de sua vida, no ano de 2007. Durante um bom tempo, ela ficou lutando contra o cancelamento, e causando aflição nos (na época poucos) leitores de que a série acabaria de forma prematura. Mas em uma rara amostra de justiça nesse mundo dos mangás, Sket começou a ganhar popularidade, e atualmente se mantém muito bem na revista, obrigado. Com direito até a um anime lançado em 2011, que já passa dos 60 episódios. Mais que merecido para essa ótima série de (na maior parte do tempo) comédia.

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Recomendação da semana: Kon no ki Konoha

Hoje farei a recomendação da semana no lugar do Lucas.

Sahara Mizu e one-shot. Duas coisas que combinam, mas ao mesmo tempo não se bicam. A moça, artista de alguns mangás já comentados por aqui (Como Watashitachi no Shiawase na Jikan, Hoshi no Koe e Fuyu no Hana. Este último contando com o roteiro dela também) sempre utiliza uma “fórmula” para os seus mangás de capítulo único, mas eles sempre contam histórias interessantíssimas que, quanto mais perto do final, chegam a um nível extremo de drama.

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Review: Onani Master Kurosawa

Primeiramente, peço desculpas por não poder ter feito a recomendação de anteontem. Agradeçam ao Lucas por escrever no meu lugar. Mas para compensar isso, trago a vocês uma nova review, afinal, faz tempo que não postamos uma.

Estranho, bizarro, engraçado, diferente, curioso e até mesmo grotesco. Pelo menos uma dessas palavras passou (ou passará) pela cabeça ao ler a sinopse deste mangá.

Onani Master Kurosawa é um mangá que há algum tempo deixou de ser um completo desconhecido do fandom, provavelmente isso se deve à sua história peculiar.

Kurosawa Kakeru é um estudante como qualquer outro, e tem um hobbie. Todo dia após a aula o garoto vai ao banheiro feminino do terceiro andar para… Se masturbar. Se você nunca tinha ouvido falar de Onani Master Kurosawa antes, provavelmente se assustou com isso.

Não, OMK não é uma comédia non-sense que beira o hentai. Se você achou que era, e por isso se interessou, recomendo que procure uma lista de animes para as próximas temporadas. Afinal, o que não faltam atualmente são animes desse tipo.

Impressionante como um mangá com um enredo estranho como esse consegue ser tão profundo. Onani Master Kurosawa é sério, muito mais do que qualquer obra estranha da J.C. Staff (Convenhamos, isso não é tão difícil), e trata de assuntos como bullying e amor. Tais assuntos são tratados com a devida profundidade, extremamente convincentes.

Kitahara Aya sofre maus tratos de outras alunas, extremamente vingativa, a introvertida garota deseja se vingar e acaba por descobrir o segredo do protagonista. Com uma espécie de acordo, Kurosawa ajuda a jovem em sua vingança.

Também existem outros personagens importantes na trama, como Nagaoka e Takigawa, mas acho que não preciso falar tanto. Uma experiência interessante que o mangá nos proporciona é de poder perceber as mudanças de atitudes e pensamentos do protagonista em relação aos outros personagens. Kurosawa é extremamente humano, ele experimenta das mais diversas emoções ao longo dos trinta e um capítulos da série. Uma coisa que eu admiro muito em uma obra fictícia é o fato dela conseguir fazer com que o leitor sinta o mesmo que as personagens. Esta pérola dos quadrinhos nipônicos faz isso como ninguém. Pude sentir toda a tristeza do protagonista.


Eu já falei que Onani Master Kurosawa é um doujinshi? Isso mesmo! É surpreendente que uma obra deste nível não tenha sido feita por “profissionais” e que não tenha sido publicada em alguma revista famosa. OMK também faz referências a obras famosas, como Death Note.

A arte do mangá é excelente! Melhor do que a de muitos mangakás famosos por aí (Né, Kurumada?) e embora a série não tenha tantas páginas sem texto que permitam páginas “épicas”, alguns momentos se destacam. Como a chocante (E sem spoiler) página ao lado.

Uma obra de arte, um tesouro escondido. Isto é Onani Master Kurosawa, um dos melhores mangás já feitos, sem duvidas. Se você ainda não leu, o que está esperando?