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Recomendação da semana: Detroit Metal City

Assassinato, isso é assassinato! Lave suas memórias no sangue fresco!

Não, estimadíssimo leitor do Mangathering, isso não é mais um texto do Daisuke sobre filmes de terror. Muito pelo contrário. É sobre um dos animes mais divertidos, leves e descontraídos já criados: Detroit Metal City ou simplesmente DMC.

O anime é uma OVA (versão especial, curta, normalmente lançada em DVD, blu-ray ou outras coisas do tipo) do mangá de Kiminori Wakasugi. Tem apenas 12 episódios de curta duração, 14 minutos por episódio, é extremamente rápido de se assistir e ótimo para se livrar das tensões de um dia (ou até semana) difícil. Consegue ser mais engraçado do que os programas crentes, com seus pastores de intenções e atitudes suspeitas e seus ingênuos pagantes, quero dizer, fiéis. Concorrência acirrada.

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Série Temática do Mangathering #4 – Mangás de Horror – [2/4 – Danilo – Goth]

E hoje começamos de vez mais uma Série Temática, Mangatheiros de todo o mundo. E começamos com o pé direito. Aliás, não só começamos, a recomendação de hoje é quase que perneta, não há pés esquerdos nessa que eu vejo como a obra mais impecável que eu li/vi desde que entrei nesse mundo de altas otakices. Logicamente tem suas falhas, se não tivesse, eu não estaria aqui escrevendo esse texto, já teria pegado um avião em direção ao Japão pra pedir mais capítulos (infelizmente são só 5). Mas analisando o geral, é incrível, a começar pelos traços. Acho que eu realmente não sabia o que era um bom traço antes de ler esse mangá. É de uma clareza extrema, cenas que muito provavelmente sairiam meio confusas se feitas por um Zé Mangá qualquer, em GOTH (que é uma adaptação de um livro feito por Otsuichi), graças ao grande Kenji Ooiwa, tornam-se de fácil compreensão . Como se não bastasse toda essa qualidade de traço, a trama é muito bem estruturada. Aproveitando o gancho, permitam-me explicar do que se trata o mangá.

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Série temática do Mangathering #4 – Mangás de horror [1/4 – Apresentação do tema]

 

Olá, caros leitores do Mangathering.

Cá estou eu para mais uma série temática, desta vez a de maio. Mas não, infelizmente vocês não vão ler sobre algum anime ou mangá hoje, afinal, o primeiro post é a Introdução ao tema.

Relembrando, nós já tivemos a série temática “Como tudo começou”, com os primeiros animes que assistimos, ou que nos motivaram a assistir outros, a série “As Obras favoritas”, cujo título já diz tudo, e mais recentemente, em abril, “Promessas do mundo dos mangás”, com mangás relativamente recentes.

Acho que todo mundo lembra como é a Série Temática do Mangathering, né? Na primeira sexta-feira do mês (A não ser que ocorra alguma modificação ou imprevisto) é postado um texto de apresentação do tema, e nas semanas que se seguem, às sextas, são postados os textos pertencentes à série.

Nesse mês de maio o tema é “Mangás de horror”. Como o nome já diz, toda semana, na sexta-feira, teremos um texto sobre um mangá desse tipo. Ainda não vou informar a ordem das postagens, porque isso ainda não está definido, qualquer coisa eu atualizo esse post depois. Espero que gostem dessa Série Temática.

Série Temática do Mangathering #3 – Promessas dos Mangás [3/4 – Danilo – Kurogane]

Kurogane é um manga do polêmico Ikezawa “cutucador de intocáveis” Haruto. O chamo assim por ter atacado algumas das obras mais aclamadas pelo grande público da famosa revista Shonen Jump. De fato, não é qualquer mangaka que vai a público afirmar que tal série já deu o que tinha que dar ou que no lugar de tal colega, conseguiria fazer melhor, sendo tais afirmações verdadeiras ou não. Mas voltando ao que Ikezawa fez e não ao que falou, Kurogane é um bom manga. Consegue me prender ao ponto de eu me pegar no meio dia pensando “Hm, que legal, ainda tenho Kurogane pra ler quando chegar em casa” mas não me envolve o suficiente para me fazer, no meio de mais uma emocionante aula de álgebra, pensar “Nossa, acaba logo isso, preciso ir correndo pra casa, Kurogane me aguarda!”.

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Série temática do Mangathering #3 – Promessas do mundo dos mangás. [1/4 – Apresentação do tema]

Olha quem apareceu, digníssimo leitor! Eu mesmo, o cara que não tem um apelido legal nem altos conhecimentos otakus. Estive ausente durante algum tempo por diversos fatores, fatores os quais não são relevantes no momento porque agora é hora de anunciar, para deleite da nação, o ápice de nossas semanas. Os textos sagrados destes profetas da crítica artística (?): A Série Temática do Mangathering.

Nesse mês as postagens voltam a ser nas sextas feiras. Pois é, além da alegria natural da chegada de um fim de semana, você ainda terá um belo texto a sua espera no seu, no meu, no nosso blog. Agora chega de ficar falando como vendedor de produto da Polishop e vamos direto ao tema desse mês, antes que eu comece a oferecer produtos que nós nem temos aos primeiros leitores que ligarem pro nosso número. (Que por acaso, nós também não temos)

Esse mês falaremos sobre as surpresas, agradáveis ou desagradáveis, no mundo dos mangas. Sobre obras que foram lançadas recentemente. Esperem textos menos emotivos ou cheios de fanboyzismo que os dos últimos dois meses, afinal, ou estamos começando a ler ou ainda vamos começar, então, não há todos esses laços afetivos. Eu acredito que será bastante interessante o especial desse mês, particularmente, gosto de experiências novas e essa será a primeira vez que escreverei sobre um manga pro blog.

A ordem de textos desse mês será: Lucas, eu (Danilo) e Daisuke.

Fiquem no aguardo.

Série Temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [2/4 – Danilo e Godfather]

Camisas. Fundos de tela. Referências em textos, filmes e séries. Até pichações em referência já vi. Uma obra prima do cinema, uma obra prima de todas as artes, uma lição de vida, um divisor de águas do cinema internacional. Estas são algumas das definições de um dos maiores filmes de todos os tempos (pra mim, é claro, o maior). “The Godfather”, conhecido e distribuído aqui no Brasil como “O Poderoso Chefão”. (Acho que ambos os nomes são muito bons, mas em inglês é mais coerente à história).

Falar de Poderoso Chefão é falar de família Corleone e é claro, um dos personagens mais emblemáticos da história, Don Vito Corleone. A atuação de Marlon Brando, que por sinal foi um dos maiores atores da história, é tão impressionante que Vito Corleone se tornou um personagem quase que independente do filme em si, uma figura histórica, que mesmo fazendo parte de um filme de época, tornou-se atemporal, com todas as suas lições sobre a honra, o respeito e, sobretudo, família.

Mas falemos sobre a história do filme. A primeira cena, logo de cara, já prende a sua atenção pelo diálogo desenvolvido e a situação retratada. Achei digno de um Nobel as lições de Don Vito. Mas os deixarei no suspense para descobrirem assistindo o filme, vamos resumir essa história logo, estou enrolando demais, é muito sentimento e muita coisa pra falar que até me enrolo.

Don Vito Corleone é o chefe da família Corleone, uma das cinco grandes famílias de mafiosos da cidade de New York. O filme não tem um enredo tão preso a um objetivo de vida em si ou uma história de vida, as situações do filme vão se desenvolvendo no decorrer do mesmo. Se eu falar muito sobre a história, vai parecer um grande spoiler e não vou estragar a surpresa de ninguém porque o filme vale muito a pena. Por tanto só posso dizer que o modo como o filme retrata o lado cultural e histórico dos mafiosos italianos é esplendido. Por exemplo, você sabia que um mafioso chefe de família não pode recusar um pedido no dia do casamento de sua filha? Ou que a heroína é comercializada desde os anos 40? Pois é, isso e muito mais você aprende com o Poderoso Chefão.

O filme me marcou principalmente pela duração. Não sou de ver muitos filmes, não tenho paciência, paro no meio de vários de uma hora e meia, mas com esse de quase três nem percebi o tempo passar direito. É impressionante. The Godfather, fanboyzismos à parte, é um dos maiores filmes da história, em todos os quesitos: atuação, direção, cenários, enredo… TUDO! Recomendo à qualquer um que esteja afim de se impressionar, de ir do riso até o choro na maior facilidade, de ter uma aula de como se tornar um dos homens mais respeitados do século XX mesmo sem nem ao menos existir com essa obra prima: O Padrinho (esse é o nome ridículo, porém muito mais lógico, do filme em Portugal).

(Esclarecendo algumas coisas aos caros leitores: Primeiramente, o texto deveria ter sido postado ontem, mas por questões de força maior, não foi possível a postagem. Segundamente, o texto fala apenas sobre o primeiro filme, não falei sobre as continuações, pois as achei muito abaixo do nível do primeiro filme. Pra quem já viu os três, com certeza sabe o porquê dessa queda de rendimento. É isso, obrigado pela paciência, nós do Mangathering estamos sempre procurando fazer o melhor para você. *sorriso de propaganda*)

Série Temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [1/4 – Apresentação do tema]

A série temática de março vai ter suas postagens às terças-feiras. Estejam avisados.

O tema deste mês provavelmente fará você, caro leitor, morrer de raiva das fanboyzices dos autores do Mangathering. Isso mesmo, a série temática de março é sobre as nossas obras fictícias favoritas!

Aos que ainda não conhecem, esta é uma coluna que tem um tema por mês, e a cada semana temos um post relacionado a este tema. A série temática de fevereiro foi sobre as obras que nos introduziram no universo dos animes e mangás. Espero que tenham gostado. Eu particularmente adorei escrever sobre isso.

A ordem dos posts desse mês terá uma leve mudança quanto ao mês passado. Danilo, eu (Daisuke) e Luki, nessa ordem. Lembrando também que após todos os textos serem postados, eles serão linkados nesse post, que estará exposto na opção “Séries temáticas” ali em cima.

Aguardem.