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Review: Eyeshield 21

“Pouco a pouco… é como se as mentiras estivessem se tornando realidade.”

Um dos meus gêneros de mangás favoritos é o de “mangá de esportes”, por algum motivo. Várias das minhas obras favoritas se encaixam nessa categoria. Uma delas é a que vou falar hoje, Eyeshield 21.

Eyeshield é um dos maiores (actually, o maior, ao lado de Air Gear) mangás que eu li por completo, possuindo 37 volumes. Publicado na nossa querida Shonen Jump de 2002 até 2009, fez um sucesso bem considerável por lá (o que pode ser visto pela sua duração), apesar de sua popularidade ter decaído bastante pelo final de sua publicação. Foi escrito por Richiiro Inagaki, que infelizmente parece ter sumido do mapa, e ilustrado por Yusuke Murata.

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Série temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [3/4 – Code Geass – Daisuke]

Code Geass. Duas palavras, nove letras, um anime. Não um anime qualquer, mas meu anime favorito. Não só meu anime favorito, minha obra favorita.

O que é Code Geass? Em teoria é uma enorme franquia que abrange animes, mangás, jogos e tudo o que você pode imaginar. O anime de Code Geass : Hangyaku no Lelouch (Lelouch of the rebelion) é um dos mais bem conceituados dos últimos tempos, sempre sendo premiado e citado em listas de melhores animações. Não à toa.


2010. Japão e Britannia iniciam uma guerra que futuramente seria vencida pela segunda. A Britannia pode vencer graças à suas novas armas, os Knightmare frames. Basicamente, robôs gigantes.

Após perder a guerra, o Japão teve seu nome e direitos tomados, e passou a se chamar Area 11. Seus habitantes foram nomeados elevens. O começo do primeiro episódio nos apresenta a dois garotos, Lelouch e Suzaku.

Estes garotos cresceram. Lelouch aparentemente é apenas um estudante qualquer, mas esconde que ele e sua irmã, Nunnally, são membros renegados da família real da Britannia. Mais especificamente, filhos do imperador Charles. Sua mãe foi morta e sua irmã ficou cega e necessitando de uma cadeira de rodas após um atentado contra a família quando o garoto ainda era pequeno.

Certo dia ocorre um acidente envolvendo terroristas. Lelouch tenta ajudar as pessoas de dentro do caminhão acidentado e acaba se envolvendo em algo mais complexo. Graças a isso o protagonista reencontra seu amigo de infância, Suzaku, que agora é um soldado de Britannia. Ainda mais importante do que isso, uma misteriosa garota, C.C. lhe concebe o poder do Geass. No caso de Lelouch, o Geass lhe permite dar uma ordem a uma pessoa e fazer com que ela a cumpra. Agora o jovem quer se vingar da Britannia e mudar o mundo, utilizando o codinome Zero. Nisso consiste Code Geass: Lelouch of the rebelion.


Este projeto megalomaníaco da Sunrise é um absurdo se tratando de arte (O character design foi feito pelo grupo CLAMP) e animação. A trilha sonora é uma das melhores, se não a melhor, já vistas (ou ouvidas) em animes. Tanto as openings e endings quanto as músicas de fundo são maravilhosas.

Tem quem compare a história com a de Death Note. Particularmente, desgosto disso. São duas séries das quais gosto bastante, mas não acho que sejam tão semelhantes como dizem por aí.

Se tratando de roteiro, a primeira temporada é melhor do que a segunda (R2). Mas eu gosto igualmente de ambas. Code Geass R2 traz mais momentos épicos, cenas maravilhosas que marcam o espectador.


Momentos épicos protagonizados por quem? Ele mesmo. O meu personagem fictício favorito, Lelouch Lamperouge, digo, Lelouch vi Britannia! Alguns personagens de Code Geass realmente se destacam, como a Kallen. Mas ninguém que se compare ao protagonista da série.

No aspecto em que a maioria dos animes atuais pecam, Code Geass dá um show. O final da série é maravilhoso, algo realmente memorável.

Code Geass é um dos mais famosos e bem conceituados animes da década passada, e faz por merecer. Me sinto grato por cada segundo gasto vendo a série. Não à toa é a minha obra favorita. “All hail Lelouch!”.