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Recomendação da semana: Over Bleed

Primeiramente, peço desculpas pela falta de recomendações semanais ultimamente; nós estamos em trimestre –porque chamar de “semana de provas” é bondade demais quando a mesma se estende por quase um mês- de provas. Mas a seção volta com chave-de-ouro, com o redator favorito docês, eu, euzinho, eu mesmo…!

overbleed

E, para isso, nada melhor do que trazer um bom mangá, né? Cá estou eu com Over Bleed (ou Gekiryuuchi), publicado na Young Gangan (Ubel Blatt, Arakawa Under the Bridge, Ibitsu (<3)) e de autoria duma dupla de coreanos (argh) muito sapeca.

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Recomendação da Semana: Cross Game

Eu estou meio que forçando um pouco ao recomendar um mangá de 17 volumes na recomendação da semana, mas vamos lá.

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Review: Eyeshield 21

“Pouco a pouco… é como se as mentiras estivessem se tornando realidade.”

Um dos meus gêneros de mangás favoritos é o de “mangá de esportes”, por algum motivo. Várias das minhas obras favoritas se encaixam nessa categoria. Uma delas é a que vou falar hoje, Eyeshield 21.

Eyeshield é um dos maiores (actually, o maior, ao lado de Air Gear) mangás que eu li por completo, possuindo 37 volumes. Publicado na nossa querida Shonen Jump de 2002 até 2009, fez um sucesso bem considerável por lá (o que pode ser visto pela sua duração), apesar de sua popularidade ter decaído bastante pelo final de sua publicação. Foi escrito por Richiiro Inagaki, que infelizmente parece ter sumido do mapa, e ilustrado por Yusuke Murata.

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Review: Hikaru no Go

“PASSEI A PERNA NO LUCAS! GANHEEEEEEEEEEEEEEI!” do Mangathering, Daisuke.

Desculpa Luki, mas Hikaru no Go é meu! Eu venci, e cá estou para trazer um texto sobre um dos melhores mangás já feitos.

Hikaru no Go é um mangá com roteiro de Yumi Hotta e arte de Takeshi Obata (Death Note, Bakuman, entre outros) que foi publicado na Shonen Jump entre 1998 e 2003, e ganhou uma adaptação para anime em 75 episódios (mais um OVA) pelo Studio Pierrot.

Muitas pessoas tendem a ter um certo “preconceito” com esse mangá por causa de sua temática: o Go, antigo jogo de tabuleiro asiático. Quem deixa de apreciar uma obra dessas por um motivo tão tolo não sabe o que está perdendo. Coitados.

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Recomendação da Semana/Primeiras Impressões: Haikyuu

Então, aqui estamos nós. Desculpe por não ter conseguido fazer o post na semana passada, houveram alguns problemas… Mas vamos ao que interessa.

Haikyuu é um mangá de Furudate Haruichi, o mesmo autor que fez Kiben Gakuha – Yotsuya-senpai no Kaidan, mangá de mistério/terror cancelado na Jump no ano de 2010, com dois volumes. Aí em 2012 o autor resolveu voltar, e com algo diferente. Um mangá de vôlei.

A série conta a história de Hinata, um garoto (Aliás, um detalhe: Ele é baixinho) apaixonado por vôlei, mas que estuda em uma escola que não tem um clube de vôlei, então até o ultimo ano ele não conseguiu jogar por falta de membros. No último ano ele conseguiu, graças a alguns primeiro-anistas, disputar uma partida oficial. Nessa partida, ele enfrenta Kageyama Tobio, conhecido como “O Rei da Quadra”. Por ter um time totalmente amador à exceção dele, eles são massacrados. Isso faz Hinata querer um dia, uma revanche contra Kageyama, para um dia ganhar dele. Porém, ao entrar no colegial, ele descobre que ambos foram para a mesma escola!

E é a partir daí que a história se desenvolve, focando na relação dos dois. (Rivalidade, depois uma rivalidade mais amigável, o fato de os dois se completarem em quadra…)

A série só tem 16 capítulos traduzidos até agora, mas ela já paree promissora, indo muito bem nas ToCs, e vendendo de forma razoável seu volume 1, o que dá esperanças de que ela não vai ser cancelada logo.

O mangá não começou muito forte, para mim, com um arco meio chato logo no começo, mas logo após, ela vem evoluindo a cada capítulo, sendo uma série bem empolgante. Os jogos ainda não foram muito explorados, podem ser melhorados, mas eles estão conseguindo dar empolgação ao leitor.

O traço do autor originalmente não parecia ser muito adequado a um mangá de vôlei, mas o mangá logo desmentiu isso. Um dos grandes destaques do mangá é a qualidade de suas páginas duplas, que ficam todas muito boas.

A relação entre os dois protagonistas também está sendo bem desenvolvida, assim como a de todo o resto do time. O mangá está parecendo que vai ter um ótimo desenvolvimento, e o que nos foi mostrado já é de qualidade.

Eu recomendo lerem.

Série Temática do Mangathering #5 – Mangás Cancelados [2/4 – Luki – Hand’s]

“It’s like basketball plus soccer divided by two. Kinda.”

Melhor explicação do que é handebol que eu já vi.

 

E assim começamos a série temática do Mangathering. Nesse mês, como já dito, falaremos de mangás cancelados, e como de costume, eu peguei um dos mais randoms possíveis.

Hand’s é um mangá de Itakura Yuuichi, cujo maior feito foi ser assistente de Takehiko Inoue no mangá “Real”. Foi publicado na nossa querida Shonen Jump durante o ano de 2007, mas teve um final bastante prematuro, sendo encerrado com meros 10 capítulos. Vamos ver se eles valem a leitura?

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Série Temática do Mangathering #3 – Promessas dos Mangás [3/4 – Danilo – Kurogane]

Kurogane é um manga do polêmico Ikezawa “cutucador de intocáveis” Haruto. O chamo assim por ter atacado algumas das obras mais aclamadas pelo grande público da famosa revista Shonen Jump. De fato, não é qualquer mangaka que vai a público afirmar que tal série já deu o que tinha que dar ou que no lugar de tal colega, conseguiria fazer melhor, sendo tais afirmações verdadeiras ou não. Mas voltando ao que Ikezawa fez e não ao que falou, Kurogane é um bom manga. Consegue me prender ao ponto de eu me pegar no meio dia pensando “Hm, que legal, ainda tenho Kurogane pra ler quando chegar em casa” mas não me envolve o suficiente para me fazer, no meio de mais uma emocionante aula de álgebra, pensar “Nossa, acaba logo isso, preciso ir correndo pra casa, Kurogane me aguarda!”.

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