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#Mangathering1ANO Review: Ted

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Olá, leitores do Mangathering. Sei que não apareço há muito (muito mesmo) tempo, mas foi só um charminho pra sentirem minha falta. Acaba que todo mundo deve ter esquecido de mim. E aí eu resolvi aparecer por aqui novamente, já que estou presa por 9 horas em um avião. E, também aproveitando isso, vou fazer uma review bem sincera sobre o filme que acabei de assistir na modernosa (surpreendente!) tela de entretenimento da companhia aérea: Ted.

Quando assisti aos trailers do filme, não consegui levar a sério… Parecia idiota demais para ter qualidade. A imagem que eu tinha era de um filme politicamente incorreto que apelava constantemente para sexo, drogas, bebida e piadas contra judeus/negros/orientais/latinos. Em outras palavras, um filme babaca que me arrancaria algumas risadas por conta da estupidez (estilo American Pie). Porém, algumas pessoas que viram o filme no cinema me trouxeram críticas incrivelmente boas – coisas como “é de gargalhar do início ao fim” ou “chorei de rir em vários momentos” – e aí eu comecei a cogitar a possibilidade de assistir ao longa.

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Review: Summer Wars

Quando terminei de assistir a esse filme, me senti obrigado a escrever esta review para que vocês, leitores, saibam o que é essa maravilha da animação japonesa; o que é Summer Wars. Este filme é de 2009, e é dirigido por Mamoru Hosoda (Digimon Adventure: Bokura no War Game, Toki wo Kakeru Shoujo).

Algumas pessoas que me conhecem um pouco sabem que eu sou um grande admirador da franquia Digimon. E Mamoru Hosoda, a mente genial por trás de Summer Wars, é também o homem que fez o masterpiece conhecido como Digimon Adventure: Bokura no War Game. E além disso, o cara trouxe diversos elementos desse outro trabalho para o seu tão merecidamente conceituado Summer Wars. Ele não é bobo, não.

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Série Temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [2/4 – Danilo e Godfather]

Camisas. Fundos de tela. Referências em textos, filmes e séries. Até pichações em referência já vi. Uma obra prima do cinema, uma obra prima de todas as artes, uma lição de vida, um divisor de águas do cinema internacional. Estas são algumas das definições de um dos maiores filmes de todos os tempos (pra mim, é claro, o maior). “The Godfather”, conhecido e distribuído aqui no Brasil como “O Poderoso Chefão”. (Acho que ambos os nomes são muito bons, mas em inglês é mais coerente à história).

Falar de Poderoso Chefão é falar de família Corleone e é claro, um dos personagens mais emblemáticos da história, Don Vito Corleone. A atuação de Marlon Brando, que por sinal foi um dos maiores atores da história, é tão impressionante que Vito Corleone se tornou um personagem quase que independente do filme em si, uma figura histórica, que mesmo fazendo parte de um filme de época, tornou-se atemporal, com todas as suas lições sobre a honra, o respeito e, sobretudo, família.

Mas falemos sobre a história do filme. A primeira cena, logo de cara, já prende a sua atenção pelo diálogo desenvolvido e a situação retratada. Achei digno de um Nobel as lições de Don Vito. Mas os deixarei no suspense para descobrirem assistindo o filme, vamos resumir essa história logo, estou enrolando demais, é muito sentimento e muita coisa pra falar que até me enrolo.

Don Vito Corleone é o chefe da família Corleone, uma das cinco grandes famílias de mafiosos da cidade de New York. O filme não tem um enredo tão preso a um objetivo de vida em si ou uma história de vida, as situações do filme vão se desenvolvendo no decorrer do mesmo. Se eu falar muito sobre a história, vai parecer um grande spoiler e não vou estragar a surpresa de ninguém porque o filme vale muito a pena. Por tanto só posso dizer que o modo como o filme retrata o lado cultural e histórico dos mafiosos italianos é esplendido. Por exemplo, você sabia que um mafioso chefe de família não pode recusar um pedido no dia do casamento de sua filha? Ou que a heroína é comercializada desde os anos 40? Pois é, isso e muito mais você aprende com o Poderoso Chefão.

O filme me marcou principalmente pela duração. Não sou de ver muitos filmes, não tenho paciência, paro no meio de vários de uma hora e meia, mas com esse de quase três nem percebi o tempo passar direito. É impressionante. The Godfather, fanboyzismos à parte, é um dos maiores filmes da história, em todos os quesitos: atuação, direção, cenários, enredo… TUDO! Recomendo à qualquer um que esteja afim de se impressionar, de ir do riso até o choro na maior facilidade, de ter uma aula de como se tornar um dos homens mais respeitados do século XX mesmo sem nem ao menos existir com essa obra prima: O Padrinho (esse é o nome ridículo, porém muito mais lógico, do filme em Portugal).

(Esclarecendo algumas coisas aos caros leitores: Primeiramente, o texto deveria ter sido postado ontem, mas por questões de força maior, não foi possível a postagem. Segundamente, o texto fala apenas sobre o primeiro filme, não falei sobre as continuações, pois as achei muito abaixo do nível do primeiro filme. Pra quem já viu os três, com certeza sabe o porquê dessa queda de rendimento. É isso, obrigado pela paciência, nós do Mangathering estamos sempre procurando fazer o melhor para você. *sorriso de propaganda*)

Série Temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [1/4 – Apresentação do tema]

A série temática de março vai ter suas postagens às terças-feiras. Estejam avisados.

O tema deste mês provavelmente fará você, caro leitor, morrer de raiva das fanboyzices dos autores do Mangathering. Isso mesmo, a série temática de março é sobre as nossas obras fictícias favoritas!

Aos que ainda não conhecem, esta é uma coluna que tem um tema por mês, e a cada semana temos um post relacionado a este tema. A série temática de fevereiro foi sobre as obras que nos introduziram no universo dos animes e mangás. Espero que tenham gostado. Eu particularmente adorei escrever sobre isso.

A ordem dos posts desse mês terá uma leve mudança quanto ao mês passado. Danilo, eu (Daisuke) e Luki, nessa ordem. Lembrando também que após todos os textos serem postados, eles serão linkados nesse post, que estará exposto na opção “Séries temáticas” ali em cima.

Aguardem.