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Review: Infestissumam – Ghost

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O novo álbum de Papa Emeritus e cia já está entre nós. E o Ghost se prepara para o seu grande ritual no Rock in Rio 2013. Será que o disco é mesmo tão bom?

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Review: BECK

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Hoje é dia de uma review que, bom… eu estou enrolando há três séculos para fazer. Com vocês, um dos meus mangás favoritos: Beck!

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Review: Opus Eponymous – Ghost

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Bom, esse post vai ser diferente do habitual, pois resenharei um álbum-isso, de música, mesmo!-, coisa que eu normalmente faria na minha “carreira solo”, o Bara no Seidou. Mas o álbum em questão não é de uma banda nipônica, por isso não o comento no BnS. Espero que gostem.

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Recomendação da semana: Melodia Infernal

Eu voltei, pessoal. E como os pokémons daquele adversário chato que aparecia de tempos em tempos no jogo, mais forte e experiente. Hoje para publicar a recomendação da semana: Melodia Infernal (Mélodie d’enfer),  de Lu Ming, um manhua (HQ chinesa) de dois volumes (doze capítulos), que foi lançada por aqui pela Conrad (belas edições, por sinal).

O manhua tem um enredo no mínimo inusitado: uma banda de heavy metal composta por almas suicidas está a procura de um novo guitarrista solo. Ainda vivo.

Na Pradaria do Paraíso, lugar para onde são encaminhados os espíritos de pessoas que cometeram suicídio, uma banda de heavy metal, Third Man, composta por suicidas, é claro, faz bastante barulho na tentativa de aperfeiçoar mais e mais suas técnicas musicais. Porém, com a saída de seu guitarrista solo, a banda se vê extremamente desfalcada e precisa arranjar uma solução imediatamente. E é então que, por intermédio de uma feiticeira (Maya), eles chegam a um nome: Chen Xiangheng, um talentosíssimo guitarrista que deixa os membros da banda embasbacados com toda sua habilidade e virtuosismo. No entanto, nada na vida vem tão fácil… Nem nada vida, nem na morte. Zhang Xiao (guitarrista base), Yanan (baixista) e Hei (baterista) descobrem que, para contar com os sweep pickings e alavancadas do Steve Vai chinês (por algum motivo o personagem me lembrou o Steve Vai), eles terão de trazê-lo de algum modo ao mundo dos suicidas. E é nisso que a história se desenrola e se baseia.

O traço do mangá é bastante realista, ao meu ver. Algumas vezes fica confuso, mas em alguns momentos chega a um grau dele beleza e detalhismo que beira a perfeição! Instrumentos maravilhosos e forma magistral de representar os músicos em ação, algumas cenas poderiam ser até ser emolduradas e postas na parede do meu quarto. Além do traço, algo a ser destacado são os posfácios escritos pelo quadrinista e guitarrista Marcatti nas duas edições, cheios de textos informativos sobre guitarras e ilustres guitarristas, uma grande aula de história da, considerada por muitos, mais nobre das artes.

Agora, fugindo um pouco do enredo em si e de observações físicas da obra, vamos a uma análise do desenvolvimento da história. Então, conversando rapidamente sobre com o outro membro do blog que leu o manhua, Daisuke, e lendo alguns comentários rápidos por aí, percebo que a história gera opiniões controvérsias. Talvez a grande falha esteja na busca feita de forma extremamente inescrupulosa e, por vezes, infantil por parte de determinado personagem. Por esse texto não ser uma review, prefiro não entrar em grandes detalhes, mas eu não vejo como defender a forma como essa procura é executada. Claro, talvez o autor estivesse querendo nos mostrar o quão longe pode ir o ser humano por seus objetivos, passando por cima de princípios (como chega inclusive a ser citado em dado momento) e atropelando o que mais estiver o impedindo de chegar ao tão sonhado alvo.

Apesar dos pesares, o manhua consegue ser até muito bem finalizado. O autor consegue realmente parar na hora certa, quando todas as ideias, mensagens e lições já parecem ter sido transmitidas, além de todos os personagens já haverem tido seu “final” devidamente apresentado. E é com imensa felicidade que finalizo esse texto, pois o que era para ser mais uma distração em meio a um infinitamente empolgante dia de aula, acabou se tornando uma leitura extremamente agradável, que posso recomendar a qualquer amante de música (como eu), ou simplesmente de uma história fora do comum, sem medo de errar.

Série Temática do Mangathering #6 – Mangás de Música [2/4 – Luki – Bremen]

Pois é, o Mangathering está sofrendo com regularidade. A vida anda muito corrida para os três membros, mas vamos tentar voltar a frequência de antes. Mas tem post hoje!

A série temática foi prejudicada, e não sabemos direito ainda como vamos fazer, mas por enquanto, fiquem com ao menos um dos posts planejados dela, mesmo que atrasado.

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Série temática do Mangathering #6 – Animes e Mangás sobre música [1/4 – Danilo – Apresentação do tema]

Sexta-feira, meus caros leitores. Não preciso dizer o que tem sexta-feira, não é? Pois então, antes de explicar a Série Temática desse mês, gostaria de esclarecer a ausência de um texto de minha autoria no mês de Junho. Como vocês bem devem saber, eu escrevo todos os meus textos a mão e na véspera da postagem. Pois então, meu peixe beta comeu meu texto, aquele danado. Nada eu pude fazer, já que realmente não o alimentava há alguns dias, além de lamentar e acatar a mais um desígnio divino.

Mas mês novo, texto novo. Dessa vez procurarei escrever tudo durante alguma aula de História ou Matemática, prometo que esse erro não se repetirá, estimadíssimo mangatheiro. No entanto, sobre o que Danilo vai escrever afinal, você deve estar se perguntando. Pois bem, o tema desse mês é música. Falaremos sobre obras relacionadas a bandas, músicos, instrumentos e tudo mais referente a forma mais bela de expressão do ser humano. Aguardem, pois acredito que bons frutos vêm dessa Série Temática.

Ah, antes que eu me esqueça, gostaria de fazer um comunicado sobre um assunto seríssimo. Um motim no Mangathering. Pois é, Daisuke resolveu se rebelar contra a casa que o protegeu dos ventos cortantes da sarjeta e estreou oficialmente o seu projeto solo, o Bara no Seidou. Apesar desta atitude lastimável de Daisuke, nós da equipe Mangathering o perdoamos e recomendamos a vocês, assíduos leitores que também apreciam a música japonesa, que deem uma olhada em seu texto de estréia. Obrigado.

Recomendação da semana: Detroit Metal City

Assassinato, isso é assassinato! Lave suas memórias no sangue fresco!

Não, estimadíssimo leitor do Mangathering, isso não é mais um texto do Daisuke sobre filmes de terror. Muito pelo contrário. É sobre um dos animes mais divertidos, leves e descontraídos já criados: Detroit Metal City ou simplesmente DMC.

O anime é uma OVA (versão especial, curta, normalmente lançada em DVD, blu-ray ou outras coisas do tipo) do mangá de Kiminori Wakasugi. Tem apenas 12 episódios de curta duração, 14 minutos por episódio, é extremamente rápido de se assistir e ótimo para se livrar das tensões de um dia (ou até semana) difícil. Consegue ser mais engraçado do que os programas crentes, com seus pastores de intenções e atitudes suspeitas e seus ingênuos pagantes, quero dizer, fiéis. Concorrência acirrada.

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