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Review: BECK

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Hoje é dia de uma review que, bom… eu estou enrolando há três séculos para fazer. Com vocês, um dos meus mangás favoritos: Beck!

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Review: Assassin’s Creed (O primeiro)

acMangathering voltando do recesso!

Primeiramente, feliz ano novo a todos. Agora, pela primeira vez em minha humilde existência, resenharei um jogo. Por ser minha primeira vez neste ramo, já peço desculpas por qualquer deslize ou por uma provável possível baixa qualidade deste texto. Mas eu sinceramente espero que ele fique pelo menos aturável. O jogo escolhido é o primeiro da franquia Assassin’s Creed.

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#Mangathering1ANO Review: Ted

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Olá, leitores do Mangathering. Sei que não apareço há muito (muito mesmo) tempo, mas foi só um charminho pra sentirem minha falta. Acaba que todo mundo deve ter esquecido de mim. E aí eu resolvi aparecer por aqui novamente, já que estou presa por 9 horas em um avião. E, também aproveitando isso, vou fazer uma review bem sincera sobre o filme que acabei de assistir na modernosa (surpreendente!) tela de entretenimento da companhia aérea: Ted.

Quando assisti aos trailers do filme, não consegui levar a sério… Parecia idiota demais para ter qualidade. A imagem que eu tinha era de um filme politicamente incorreto que apelava constantemente para sexo, drogas, bebida e piadas contra judeus/negros/orientais/latinos. Em outras palavras, um filme babaca que me arrancaria algumas risadas por conta da estupidez (estilo American Pie). Porém, algumas pessoas que viram o filme no cinema me trouxeram críticas incrivelmente boas – coisas como “é de gargalhar do início ao fim” ou “chorei de rir em vários momentos” – e aí eu comecei a cogitar a possibilidade de assistir ao longa.

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Especial de Halloween- Review: Panorama do Inferno


Olá! Hoje, dia 31 de Outubro, é Halloween! E para celebrar esta data, decidi preparar dois posts temáticos sobre obras mais obscuras, e ambos serão postados hoje. No primeiro post de hoje, apresento-lhes Panorama do Inferno (Panorama of Hell), de Hideshi Hino.

Aqui no ocidente, o nome de Hideshi Hino não é tão forte dentre os autores de horror, pelo menos não tanto quanto o nosso querido Junji Ito. Porém, sempre ouvi falar do autor, e sempre mantive certa curiosidade acerca de suas obras. Então, encontrei um mangá dele, que foi lançado em terras tupiniquins pela Conrad. Ah, Conrad… Leia o resto deste post

Review: Um dia ideal para os peixes-banana

Durante um tempo pouco maior que um ano, mantive aberto no navegador do meu celular uma página da web onde fora transcrito um conto. Um conto curto, que só era lembrado nas vezes em que eu abria o browser para pesquisar qualquer coisa – e então sempre que lembrava do conto, estava ocupada demais para deter minha atenção nele. E por meses eu dava de cara com aquele título, seguido de vários parágrafos que esperavam anciosamente para serem lidos. “Um dia ideal para os peixes-banana”, eu lia. E logo em seguida pensava: “deixa pra mais tarde”.

Foi assim que a coisa aconteceu por esses 13 meses e meio; até hoje. Hoje, quando olhei pra fora da quadra da minha escola, passou na hora o pensamento “puxa, hoje está um dia ideal para os peixes-banana”. Mesmo sem saber, até então, como diabos se configurava um peixe-banana. Descobri, lendo o conto, que o dia de hoje não é nada um bom dia para um peixe-banana.

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Review: Black Cat

Tenho uma missão difícil pela frente… Falar do meu mangá favorito. Black Cat é um mangá de Kentaro Yabuki, originalmente publicado na Shonen Jump, que contém 185 capítulos e 20 volumes encadernados. Em 2005 ganhou uma adaptação para anime… Uma adaptação que eu não recomendo. Ou melhor, recomendo sim. Recomendo que assistam os seis primeiros episódios antes de lerem o mangá.

Escrever sobre Black Cat é uma tarefa árdua, sem duvidas. O anime teve modificações relevantes quanto à história do mangá. Personagens que aparecem em momentos diferentes e vilões que surgem do nada, por exemplo. Tenham em mente que esta é uma resenha do mangá.

Black Cat conta a história de Train Heartnet, um sweeper (ou Soujiya). Isto é, um caçador de recompensas. Train caça os bandidos com ajuda de Sven Vollfied, personagem importantíssimo na trama, e que costuma construir ferramentas para ajudar no trabalho de sweeper. Mais tarde, a pequena Eve, que pode transformar partes de seu corpo em objetos, e era utilizada como arma por um bandido, se junta a eles, e Rinslet Walker, uma ladra, participa com frequência.

O protagonista não é apenas um caçador de recompensas. Train era um mercenário a serviço da organização secreta Chronos. Dentro desta organização existem os Chrono Numbers, assassinos profissionais que são numerados individualmente. Que fique claro que estes números não têm relação com capacidade ou habilidade de cada um. Train Heartnet era o número XIII (treze), e era conhecido como Black Cat. Com este título o mesmo tornou-se uma lenda. Todos o temiam, e muitos ainda temem.

Como mostrado no anime (uma das poucas coisas boas), Train foi “tocado” pela sweeper Minatsuki Saya. [Se você pretende ver apenas o anime, que não é recomendado, não leia esta parte. Se for ler o mangá, não há problema] Os dois construíram uma bela relação, até o momento em que o vilão da série, personagem obsessivo pelo protagonista Train, Creed Diskenth, ataca Saya, a matando. Após isso ele acaba por abandonar a Chronos. [Fim do spoiler sobre o anime] Acredito que isto é o máximo que posso falar sobre o enredo da série.

Black Cat tem momentos realmente engraçados. A personalidade do protagonista, por exemplo, contribui bastante para isso. As lutas também são ótimas.

Embora seja um mangá shonen que adota vários clichês, aqui vemos um grande, e excelente elenco de personagens, além de ótimos poderes e habilidades que eles possuem. Personagens realmente excelentes. Desde os protagonistas, aos coadjuvantes, todos cativantes. O elenco feminino também é um show a parte.

Quando Black Cat vai aproximando-se de seu final, fica cada vez melhor. Cenas épicas que fazem tremer até a espinha dorsal. Nos primeiros volumes o mangá já me agradou, mas muitos reclamam desse começo. Apesar da série começar descompromissada, ela vai melhorando. Impressionante como o autor soube aproveitar as ideias em cento e oitenta e cinco capítulos, sem transformar Black Cat em uma série “infinita”. Sem contar que acabou no momento certo. Realmente, Kentaro Yabuki me impressionou com isso.

A arte melhora muito. Muito mesmo. Nos primeiros volumes algumas ilustrações chegam a ser feias. Impressionante como o traço foi ficando mais bonito. A arte da série chega ao seu auge nos últimos capítulos. Perfeito para encerrar uma obra magnífica como esta.

Não à toa Black Cat é meu mangá favorito. Embora seja um mangá que utiliza de clichês do gênero, Kentaro Yabuki estava iluminado ao planejá-lo. Leitura rápida e agradável. Super-recomendado.