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Série temática do Mangathering #6 – Animes e Mangás sobre música [1/4 – Danilo – Apresentação do tema]

Sexta-feira, meus caros leitores. Não preciso dizer o que tem sexta-feira, não é? Pois então, antes de explicar a Série Temática desse mês, gostaria de esclarecer a ausência de um texto de minha autoria no mês de Junho. Como vocês bem devem saber, eu escrevo todos os meus textos a mão e na véspera da postagem. Pois então, meu peixe beta comeu meu texto, aquele danado. Nada eu pude fazer, já que realmente não o alimentava há alguns dias, além de lamentar e acatar a mais um desígnio divino.

Mas mês novo, texto novo. Dessa vez procurarei escrever tudo durante alguma aula de História ou Matemática, prometo que esse erro não se repetirá, estimadíssimo mangatheiro. No entanto, sobre o que Danilo vai escrever afinal, você deve estar se perguntando. Pois bem, o tema desse mês é música. Falaremos sobre obras relacionadas a bandas, músicos, instrumentos e tudo mais referente a forma mais bela de expressão do ser humano. Aguardem, pois acredito que bons frutos vêm dessa Série Temática.

Ah, antes que eu me esqueça, gostaria de fazer um comunicado sobre um assunto seríssimo. Um motim no Mangathering. Pois é, Daisuke resolveu se rebelar contra a casa que o protegeu dos ventos cortantes da sarjeta e estreou oficialmente o seu projeto solo, o Bara no Seidou. Apesar desta atitude lastimável de Daisuke, nós da equipe Mangathering o perdoamos e recomendamos a vocês, assíduos leitores que também apreciam a música japonesa, que deem uma olhada em seu texto de estréia. Obrigado.

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Série temática do Mangathering #5 – Mangás cancelados [3/4 – Daisuke – Lock On!]

Segundo texto (Ignorando o post de apresentação) da série temática de Junho. Cá estou eu.

Hoje falarei de Lock On!, mangá que foi publicado e, obviamente, cancelado na Shonen Jump em 2010, e é assinado por Tsuchida Kenta, que não tem outra contribuição para o mundo dos mangás. Leia o resto deste post

Série Temática do Mangathering #4 – Mangás de Horror – [2/4 – Danilo – Goth]

E hoje começamos de vez mais uma Série Temática, Mangatheiros de todo o mundo. E começamos com o pé direito. Aliás, não só começamos, a recomendação de hoje é quase que perneta, não há pés esquerdos nessa que eu vejo como a obra mais impecável que eu li/vi desde que entrei nesse mundo de altas otakices. Logicamente tem suas falhas, se não tivesse, eu não estaria aqui escrevendo esse texto, já teria pegado um avião em direção ao Japão pra pedir mais capítulos (infelizmente são só 5). Mas analisando o geral, é incrível, a começar pelos traços. Acho que eu realmente não sabia o que era um bom traço antes de ler esse mangá. É de uma clareza extrema, cenas que muito provavelmente sairiam meio confusas se feitas por um Zé Mangá qualquer, em GOTH (que é uma adaptação de um livro feito por Otsuichi), graças ao grande Kenji Ooiwa, tornam-se de fácil compreensão . Como se não bastasse toda essa qualidade de traço, a trama é muito bem estruturada. Aproveitando o gancho, permitam-me explicar do que se trata o mangá.

Leia o resto deste post

Série temática do Mangathering #3 – Promessas do mundo dos mangás. [1/4 – Apresentação do tema]

Olha quem apareceu, digníssimo leitor! Eu mesmo, o cara que não tem um apelido legal nem altos conhecimentos otakus. Estive ausente durante algum tempo por diversos fatores, fatores os quais não são relevantes no momento porque agora é hora de anunciar, para deleite da nação, o ápice de nossas semanas. Os textos sagrados destes profetas da crítica artística (?): A Série Temática do Mangathering.

Nesse mês as postagens voltam a ser nas sextas feiras. Pois é, além da alegria natural da chegada de um fim de semana, você ainda terá um belo texto a sua espera no seu, no meu, no nosso blog. Agora chega de ficar falando como vendedor de produto da Polishop e vamos direto ao tema desse mês, antes que eu comece a oferecer produtos que nós nem temos aos primeiros leitores que ligarem pro nosso número. (Que por acaso, nós também não temos)

Esse mês falaremos sobre as surpresas, agradáveis ou desagradáveis, no mundo dos mangas. Sobre obras que foram lançadas recentemente. Esperem textos menos emotivos ou cheios de fanboyzismo que os dos últimos dois meses, afinal, ou estamos começando a ler ou ainda vamos começar, então, não há todos esses laços afetivos. Eu acredito que será bastante interessante o especial desse mês, particularmente, gosto de experiências novas e essa será a primeira vez que escreverei sobre um manga pro blog.

A ordem de textos desse mês será: Lucas, eu (Danilo) e Daisuke.

Fiquem no aguardo.

Série temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [3/4 – Code Geass – Daisuke]

Code Geass. Duas palavras, nove letras, um anime. Não um anime qualquer, mas meu anime favorito. Não só meu anime favorito, minha obra favorita.

O que é Code Geass? Em teoria é uma enorme franquia que abrange animes, mangás, jogos e tudo o que você pode imaginar. O anime de Code Geass : Hangyaku no Lelouch (Lelouch of the rebelion) é um dos mais bem conceituados dos últimos tempos, sempre sendo premiado e citado em listas de melhores animações. Não à toa.


2010. Japão e Britannia iniciam uma guerra que futuramente seria vencida pela segunda. A Britannia pode vencer graças à suas novas armas, os Knightmare frames. Basicamente, robôs gigantes.

Após perder a guerra, o Japão teve seu nome e direitos tomados, e passou a se chamar Area 11. Seus habitantes foram nomeados elevens. O começo do primeiro episódio nos apresenta a dois garotos, Lelouch e Suzaku.

Estes garotos cresceram. Lelouch aparentemente é apenas um estudante qualquer, mas esconde que ele e sua irmã, Nunnally, são membros renegados da família real da Britannia. Mais especificamente, filhos do imperador Charles. Sua mãe foi morta e sua irmã ficou cega e necessitando de uma cadeira de rodas após um atentado contra a família quando o garoto ainda era pequeno.

Certo dia ocorre um acidente envolvendo terroristas. Lelouch tenta ajudar as pessoas de dentro do caminhão acidentado e acaba se envolvendo em algo mais complexo. Graças a isso o protagonista reencontra seu amigo de infância, Suzaku, que agora é um soldado de Britannia. Ainda mais importante do que isso, uma misteriosa garota, C.C. lhe concebe o poder do Geass. No caso de Lelouch, o Geass lhe permite dar uma ordem a uma pessoa e fazer com que ela a cumpra. Agora o jovem quer se vingar da Britannia e mudar o mundo, utilizando o codinome Zero. Nisso consiste Code Geass: Lelouch of the rebelion.


Este projeto megalomaníaco da Sunrise é um absurdo se tratando de arte (O character design foi feito pelo grupo CLAMP) e animação. A trilha sonora é uma das melhores, se não a melhor, já vistas (ou ouvidas) em animes. Tanto as openings e endings quanto as músicas de fundo são maravilhosas.

Tem quem compare a história com a de Death Note. Particularmente, desgosto disso. São duas séries das quais gosto bastante, mas não acho que sejam tão semelhantes como dizem por aí.

Se tratando de roteiro, a primeira temporada é melhor do que a segunda (R2). Mas eu gosto igualmente de ambas. Code Geass R2 traz mais momentos épicos, cenas maravilhosas que marcam o espectador.


Momentos épicos protagonizados por quem? Ele mesmo. O meu personagem fictício favorito, Lelouch Lamperouge, digo, Lelouch vi Britannia! Alguns personagens de Code Geass realmente se destacam, como a Kallen. Mas ninguém que se compare ao protagonista da série.

No aspecto em que a maioria dos animes atuais pecam, Code Geass dá um show. O final da série é maravilhoso, algo realmente memorável.

Code Geass é um dos mais famosos e bem conceituados animes da década passada, e faz por merecer. Me sinto grato por cada segundo gasto vendo a série. Não à toa é a minha obra favorita. “All hail Lelouch!”.

Série Temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [2/4 – Danilo e Godfather]

Camisas. Fundos de tela. Referências em textos, filmes e séries. Até pichações em referência já vi. Uma obra prima do cinema, uma obra prima de todas as artes, uma lição de vida, um divisor de águas do cinema internacional. Estas são algumas das definições de um dos maiores filmes de todos os tempos (pra mim, é claro, o maior). “The Godfather”, conhecido e distribuído aqui no Brasil como “O Poderoso Chefão”. (Acho que ambos os nomes são muito bons, mas em inglês é mais coerente à história).

Falar de Poderoso Chefão é falar de família Corleone e é claro, um dos personagens mais emblemáticos da história, Don Vito Corleone. A atuação de Marlon Brando, que por sinal foi um dos maiores atores da história, é tão impressionante que Vito Corleone se tornou um personagem quase que independente do filme em si, uma figura histórica, que mesmo fazendo parte de um filme de época, tornou-se atemporal, com todas as suas lições sobre a honra, o respeito e, sobretudo, família.

Mas falemos sobre a história do filme. A primeira cena, logo de cara, já prende a sua atenção pelo diálogo desenvolvido e a situação retratada. Achei digno de um Nobel as lições de Don Vito. Mas os deixarei no suspense para descobrirem assistindo o filme, vamos resumir essa história logo, estou enrolando demais, é muito sentimento e muita coisa pra falar que até me enrolo.

Don Vito Corleone é o chefe da família Corleone, uma das cinco grandes famílias de mafiosos da cidade de New York. O filme não tem um enredo tão preso a um objetivo de vida em si ou uma história de vida, as situações do filme vão se desenvolvendo no decorrer do mesmo. Se eu falar muito sobre a história, vai parecer um grande spoiler e não vou estragar a surpresa de ninguém porque o filme vale muito a pena. Por tanto só posso dizer que o modo como o filme retrata o lado cultural e histórico dos mafiosos italianos é esplendido. Por exemplo, você sabia que um mafioso chefe de família não pode recusar um pedido no dia do casamento de sua filha? Ou que a heroína é comercializada desde os anos 40? Pois é, isso e muito mais você aprende com o Poderoso Chefão.

O filme me marcou principalmente pela duração. Não sou de ver muitos filmes, não tenho paciência, paro no meio de vários de uma hora e meia, mas com esse de quase três nem percebi o tempo passar direito. É impressionante. The Godfather, fanboyzismos à parte, é um dos maiores filmes da história, em todos os quesitos: atuação, direção, cenários, enredo… TUDO! Recomendo à qualquer um que esteja afim de se impressionar, de ir do riso até o choro na maior facilidade, de ter uma aula de como se tornar um dos homens mais respeitados do século XX mesmo sem nem ao menos existir com essa obra prima: O Padrinho (esse é o nome ridículo, porém muito mais lógico, do filme em Portugal).

(Esclarecendo algumas coisas aos caros leitores: Primeiramente, o texto deveria ter sido postado ontem, mas por questões de força maior, não foi possível a postagem. Segundamente, o texto fala apenas sobre o primeiro filme, não falei sobre as continuações, pois as achei muito abaixo do nível do primeiro filme. Pra quem já viu os três, com certeza sabe o porquê dessa queda de rendimento. É isso, obrigado pela paciência, nós do Mangathering estamos sempre procurando fazer o melhor para você. *sorriso de propaganda*)

Série Temática do Mangathering #2 – As obras favoritas [1/4 – Apresentação do tema]

A série temática de março vai ter suas postagens às terças-feiras. Estejam avisados.

O tema deste mês provavelmente fará você, caro leitor, morrer de raiva das fanboyzices dos autores do Mangathering. Isso mesmo, a série temática de março é sobre as nossas obras fictícias favoritas!

Aos que ainda não conhecem, esta é uma coluna que tem um tema por mês, e a cada semana temos um post relacionado a este tema. A série temática de fevereiro foi sobre as obras que nos introduziram no universo dos animes e mangás. Espero que tenham gostado. Eu particularmente adorei escrever sobre isso.

A ordem dos posts desse mês terá uma leve mudança quanto ao mês passado. Danilo, eu (Daisuke) e Luki, nessa ordem. Lembrando também que após todos os textos serem postados, eles serão linkados nesse post, que estará exposto na opção “Séries temáticas” ali em cima.

Aguardem.