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Recomendação da Semana: Assassination Classroom

Aquele mangá diferente que todos estavam pedindo na Jump.

Yuusei Matsui é um mangaka que ganhou uma certa fama pelo seu Majin Tantei Nougami Neuro, mangá publicado na Shonen Jump que durou 23 volumes, e por esse mangá ter sido algo fora do “padrão Jump”. Original, um pouco sombria e sem muito daquele clima mais alegre presente em grande parte da linha de mangás da Shonen Jump atual, foi uma série muito elogiada pelos que leram.

E em 2012, o autor voltou a revista, com uma nova obra que promete ser tão boa e criativa quanto seu trabalho anterior. Essa obra é Assassination Classroom.

A história parte de uma premissa no mínimo curiosa e no máximo extremamente absurda: Um ser alienígena, que pode se mover à velocidade de Mach-20 (para efeito de comparação, Mach-1 é a velocidade mínima para um corpo ultrapassar a velocidade do som) semelhante a um polvo apareceu, e anunciou que vai destruir a Terra no prazo de um ano. Como prova de seu poder, ele destruiu grande parte da lua, a deixando eternamente com um formato de lua crescente. Após isso, num acordo com o governo, ele passou a dar aulas para a classe 3-E do colégio Kunugigaoka (A pior classe, a dos rejeitados, dos lixos, etc), tentando ensiná-los a serem assassinos para que assim, ele possam matar o seu professor… e salvar a Terra.

Sim, é estranho, sim, é muito estranho, mas também é muito interessante. Mas claro que haverá alguma explicação do porque desse acordo, que nos parece tão absurdo.

A série só tem 9 capítulos traduzidos enquanto eu escrevo esse post, e o começo ainda não desenvolveu tanto o enredo, mas vem o construindo bem. Vários personagens vem sido apresentados e começando a ser desenvolvidos, enquanto vamos nos acostumando ao clima da série, que é bem divertido. Os capítulos passam bem rápido, é agradável ler.

Sem contar que claro, ela lhe deixa curioso pra saber o que vai acontecer. Foram jogadas algumas pistas de possíveis futuros rumos pra história, que está se mantendo bem interessante.

O “professor” é, também, um ótimo personagem. A começar pelo design, simplíssimo porém bem legal. Mas as atitudes dele, o jeito dele, as interações com os alunos… é tudo bem divertido.

Bem, por enquanto, “divertido” é a palavra certa. Capítulos agradáveis, interessantes, criativos, e um enredo que está prometendo evoluir, Assassination Classroom é a melhor estreia da Jump em muito tempo. E que tem se saído MUITO bem nos rankings de popularidade, pegando uma surpreendente segunda colocação em seu primeiro ranking. Totalmente merecida. (Mentira, merecia terceiro, com Sket em segundo)

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Review: Eyeshield 21

“Pouco a pouco… é como se as mentiras estivessem se tornando realidade.”

Um dos meus gêneros de mangás favoritos é o de “mangá de esportes”, por algum motivo. Várias das minhas obras favoritas se encaixam nessa categoria. Uma delas é a que vou falar hoje, Eyeshield 21.

Eyeshield é um dos maiores (actually, o maior, ao lado de Air Gear) mangás que eu li por completo, possuindo 37 volumes. Publicado na nossa querida Shonen Jump de 2002 até 2009, fez um sucesso bem considerável por lá (o que pode ser visto pela sua duração), apesar de sua popularidade ter decaído bastante pelo final de sua publicação. Foi escrito por Richiiro Inagaki, que infelizmente parece ter sumido do mapa, e ilustrado por Yusuke Murata.

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Recomendação da Semana: Hatsukoi Limited

A obra-prima da Kawashita.

Um mangá de romance curto, sem enrolações, com personagens carismáticos tanto do lado masculino quanto do feminino, e com um quê de originalidade bem agradável. Parece bom, não?

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Série Temática do Mangathering #6 – Mangás de Música [2/4 – Luki – Bremen]

Pois é, o Mangathering está sofrendo com regularidade. A vida anda muito corrida para os três membros, mas vamos tentar voltar a frequência de antes. Mas tem post hoje!

A série temática foi prejudicada, e não sabemos direito ainda como vamos fazer, mas por enquanto, fiquem com ao menos um dos posts planejados dela, mesmo que atrasado.

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Review: Hikaru no Go

“PASSEI A PERNA NO LUCAS! GANHEEEEEEEEEEEEEEI!” do Mangathering, Daisuke.

Desculpa Luki, mas Hikaru no Go é meu! Eu venci, e cá estou para trazer um texto sobre um dos melhores mangás já feitos.

Hikaru no Go é um mangá com roteiro de Yumi Hotta e arte de Takeshi Obata (Death Note, Bakuman, entre outros) que foi publicado na Shonen Jump entre 1998 e 2003, e ganhou uma adaptação para anime em 75 episódios (mais um OVA) pelo Studio Pierrot.

Muitas pessoas tendem a ter um certo “preconceito” com esse mangá por causa de sua temática: o Go, antigo jogo de tabuleiro asiático. Quem deixa de apreciar uma obra dessas por um motivo tão tolo não sabe o que está perdendo. Coitados.

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Recomendação da Semana/Primeiras Impressões: Haikyuu

Então, aqui estamos nós. Desculpe por não ter conseguido fazer o post na semana passada, houveram alguns problemas… Mas vamos ao que interessa.

Haikyuu é um mangá de Furudate Haruichi, o mesmo autor que fez Kiben Gakuha – Yotsuya-senpai no Kaidan, mangá de mistério/terror cancelado na Jump no ano de 2010, com dois volumes. Aí em 2012 o autor resolveu voltar, e com algo diferente. Um mangá de vôlei.

A série conta a história de Hinata, um garoto (Aliás, um detalhe: Ele é baixinho) apaixonado por vôlei, mas que estuda em uma escola que não tem um clube de vôlei, então até o ultimo ano ele não conseguiu jogar por falta de membros. No último ano ele conseguiu, graças a alguns primeiro-anistas, disputar uma partida oficial. Nessa partida, ele enfrenta Kageyama Tobio, conhecido como “O Rei da Quadra”. Por ter um time totalmente amador à exceção dele, eles são massacrados. Isso faz Hinata querer um dia, uma revanche contra Kageyama, para um dia ganhar dele. Porém, ao entrar no colegial, ele descobre que ambos foram para a mesma escola!

E é a partir daí que a história se desenvolve, focando na relação dos dois. (Rivalidade, depois uma rivalidade mais amigável, o fato de os dois se completarem em quadra…)

A série só tem 16 capítulos traduzidos até agora, mas ela já paree promissora, indo muito bem nas ToCs, e vendendo de forma razoável seu volume 1, o que dá esperanças de que ela não vai ser cancelada logo.

O mangá não começou muito forte, para mim, com um arco meio chato logo no começo, mas logo após, ela vem evoluindo a cada capítulo, sendo uma série bem empolgante. Os jogos ainda não foram muito explorados, podem ser melhorados, mas eles estão conseguindo dar empolgação ao leitor.

O traço do autor originalmente não parecia ser muito adequado a um mangá de vôlei, mas o mangá logo desmentiu isso. Um dos grandes destaques do mangá é a qualidade de suas páginas duplas, que ficam todas muito boas.

A relação entre os dois protagonistas também está sendo bem desenvolvida, assim como a de todo o resto do time. O mangá está parecendo que vai ter um ótimo desenvolvimento, e o que nos foi mostrado já é de qualidade.

Eu recomendo lerem.

#JumpWeekend Review: Sket Dance

“Não precisa de motivo pra ajudar um amigo em apuros! Eu disse que faria, então vou fazer! Eu… nunca trairia um amigo. Não importa se alguém já te traiu alguma vez, eu não sou assim!”

O Jump Weekend é um projeto de blogagem coletiva, com vários blogs postando sobre mangás/mangakas/ qualquer coisa relacionada a famosa revista Shonen Jump. O Mangathering também está dentro dessa. Então, nesse post, falarei de um dos meus mangás favoritos da Shonen Jump, Sket Dance (oh, really?).

A série não teve tanta sorte assim no começo de sua vida, no ano de 2007. Durante um bom tempo, ela ficou lutando contra o cancelamento, e causando aflição nos (na época poucos) leitores de que a série acabaria de forma prematura. Mas em uma rara amostra de justiça nesse mundo dos mangás, Sket começou a ganhar popularidade, e atualmente se mantém muito bem na revista, obrigado. Com direito até a um anime lançado em 2011, que já passa dos 60 episódios. Mais que merecido para essa ótima série de (na maior parte do tempo) comédia.

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