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Recomendação da Semana: Koe no Katachi

Eu sei que a época que essa mangá era super comentado passou, eu sei…

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Review: BECK

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Hoje é dia de uma review que, bom… eu estou enrolando há três séculos para fazer. Com vocês, um dos meus mangás favoritos: Beck!

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Série temática do Mangathering #3 – Promessas do mundo dos mangás. [2/4 – Luki – Yamada-kun to 7-nin no Majo]

E aqui estamos nós, para um post da nova série de posts do Mangathering. Dessa vez vou falar de um mangá de comédia que, apesar de curto (só 8 capítulos traduzidos no momento em que escrevo), me surpreendeu positivamente. E esse mangá é Yamada-kun to 7-nin no Majo.

O mangá começou a ser publicado esse ano mesmo, há poucos meses, na Weekly Shonen Magazine (A revista que publica Air Gear (por pouco tempo), Hajime no Ippo e Fairy Tail, por exemplo). É feito por Yoshikawa Miki, a mesma criadora do mangá que fez um relativo sucesso por aqui, Yankee-kun to Megane-chan. Ainda não teve nenhum volume encadernado para sabermos exatamente a recepção do mangá por lá no Japão, mas ele parece estar tranquilo. Até porque é publicado na Shonen Magazine, que não tem costume de cancelar suas obras.

Eu comecei a ler sem esperar muita coisa, só por ler mesmo, mas acabou que foi uma ótima escolha. Eu nunca tinha lido nada da autora, e resolvi ver como eram as obras dela pela mais recente, pois me gastaria menos tempo. Agora já estou com bastante vontade de ler YanMega.

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Primeiras Impressões: Area no Kishi

Olá, aqui estou eu (L./Luki) com as primeiras impressões de um anime dessa nova temporada, o único que eu estava certo de que ia ver. Area no Kishi é um mangá publicado na Shonen Magazine desde 2006, que ganhou uma adaptação em anime pelo estúdio Shin-ei Animation agora em janeiro. É um mangá que gosto, e eu queria conferir se a adaptação em anime ia fazer jus ao original.

Area no Kishi começa mostrando um jogo do Japão sub-15 x Brasil sub-15. A estrela do Japão é Aizawa Suguru, e seu irmão mais novo, Aizawa Kakeru, era um dos espectadores. Todas as esperanças do futebol japonês estão depositadas em Suguru, e ele justifica isso conseguindo fazer o Japão empatar com o todo-poderoso Brasil. A história é contada no ponto de vista de Kakeru. Logo após, vemos o dia a dia no clube de futebol da escola dos irmãos, onde Suguru obviamente é o ídolo, e Kakeru, por escolha própria, é um reles ajudante.

Após um pouco da rotina do clube, e apresentação de alguns outros personagens, uma garota aparece lá e vai falar com Kakeru. De início ele não se lembra dela, mas ela se apresenta como Seven, e era uma amiga de infância dele. Não vou descrever o episódio inteiro, mas é deste ponto que a série parte. Suguru sabe da qualidade de Kakeru e não entende porque ele não quer jogar e se contenta em ser um ajudante. Os motivos de Kakeru vão ser revelados logo no anime.

O ritmo do episódio foi bem satisfatório. Nenhuma cena ficou enrolada demais, e em só uma parte eu achei que ficou muito resumida, e deveria ser melhor mostrada (A do Kakeru treinando). Pouco mais de um capítulo foi coberto nesse episódio. Isso pode parecer pouco, mas o primeiro capítulo tem 90 páginas. Pode não ter acontecido muita coisa na história ainda, mas o anime não ficou maçante em nenhum momento, e isso é um grande ponto positivo.

A única coisa que realmente chegou a me incomodar na direção foi o excesso de gags visuais, mas isso é pessoal, e pode agradar vocês. A história do anime ainda não é muito aprofundada nesse episódio, mas há algumas pistas para os momentos mais sérios que o anime terá logo a seguir. Uma cena  acrescentada foi uma boa escolha, e ela será importante mais tarde. O diretor, Ogura Hirofumi, que tem animes como Gintama e Kekkaishi no currículo, mostrou um bom trabalho, à primeira vista. Mas o momento definitivo pra avaliar a qualidade do anime ainda não chegou.

Os personagens também não foram muito aprofundados nesse episódio, mas já temos o básico de cada um deles, com demostrações de como eles são e da relação entre eles. O anime conseguiu passar a mesma sensação que o mangá, e apesar de algumas coisas terem faltado, foi um bom episódio.

Quanto à parte técnica, a arte ficou boa no geral, idem para a animação. As cenas de futebol ficaram bem feitas, nada demais, mas boa o suficiente. O que me incomodou foi o design do Kakeru e da Seven, que são as personagens principais, o que acaba agravando o problema. Mas nesse caso, é simplesmente uma questão de eu já ter lido o mangá. O Kakeru tem um cara menos “infantil” nele. A dublagem conseguiu passar bem a personalidade dos personagens, com exceção, de novo, do Kakeru. Eu espero que isso melhore um pouco mais pra frente, mas não é nada que vá comprometer o anime.

Há pouco a dizer do anime ainda, o começo é meramente introdutório. Mas já mostrou que tem potencial para fazer um trabalho como o do mangá. Se você gosta de animes de esportes, vale a pena.