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Recomendação da Semana: Ultramaniac

Raro aqui no Mangathering, mas temos a recomendação de um mangá shoujo!

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Primeiras impressões: Sukitte Ii na yo + Anúncio no final do post

Eu estou fazendo alguns textos de primeiras impressões agora, nesse final de mês, não por ter planejado matar dois ou três episódios de uma vez, mas sim por pura preguiça de assistir, por melhor que alguns aparentem ser. Mas, finalmente, levantei-me da cadeira para agir! Sentei de novo e parti para os animes da temporada de Outubro! Leia o resto deste post

#CLAMP Day – Review: Wish

Olá, meus amigos. Cá estou eu para trazer uma nova review. Mas esta não é uma review qualquer, mas sim um texto feito especialmente para o CLAMP Day, um dia no qual vários blogs e sites com temática otaku se reúnem para falar de um autor específico, e neste caso não é apenas um autor, mas um batalhão. Bem-vindos ao CLAMP Day.

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Recomendação da semana: Otomen

Não julgue um livro pela capa. Nem um mangá.

Otomen é um mangá shoujo de autoria de Aya Kanno, e é publicado na Bessatsu Hana to Yume desde 2006.

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Recomendação da semana: Kon no ki Konoha

Hoje farei a recomendação da semana no lugar do Lucas.

Sahara Mizu e one-shot. Duas coisas que combinam, mas ao mesmo tempo não se bicam. A moça, artista de alguns mangás já comentados por aqui (Como Watashitachi no Shiawase na Jikan, Hoshi no Koe e Fuyu no Hana. Este último contando com o roteiro dela também) sempre utiliza uma “fórmula” para os seus mangás de capítulo único, mas eles sempre contam histórias interessantíssimas que, quanto mais perto do final, chegam a um nível extremo de drama.

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Recomendação da Semana: Vitamin, de Suenobu Keiko

Vamos lá, direto ao ponto. Eu não queria gastar esse mangá, mas talvez eu faça uma review mais detalhada depois…

Vitamin é um dos meus mangás shoujos favoritos (Eu devo ter lido menos de cinco, mas quem perguntou?), e é uma prova de que mangás shoujos podem ser mais que um romancezinho água com açúcar com garotas bobinhas. Podem se fazer obras bem densas e sérias.

O mangá conta a história de uma aluna, Sawako, que graças a uma série de acontecimentos, começa a sofrer bullying pela suas colegas de sala, e como ela lida com isso, como ela supera isso.

A obra pode até ser um pouco chocante, as cenas das alunas maltratando a Sawako não são leves ou simples, não é algo agradável de se ler. Consegue te deixar indignado com a situação da protagonista, impressionado com o que ela está passando.

O traço não é dos melhores (na verdade, até me incomoda em algumas passagens), mas ele cumpre seu papel de expor o que acontece no mangá, ou fazer cenas muito bem montadas (gosto muito de uma do final do mangá, por exemplo).

O desenrolar da história é bem plausível, não existe muito drama forçado ou uma facilidade pra passar por cima dessa situação, é tudo bem feito. E o final, apesar de simples, é muito bom. A protagonista é uma grande personagem

Talvez a história seja até um pouco exagerada no nível dos maltratos, mas está longe de ser fora da realidade. Esse “exagero” dá mais impacto ao mangá e sua apresentação desse problema.

É um shoujo diferente do que estamos acostumados. Talvez o tema pudesse ser melhor trabalhado, se a história fosse maior, mas se quer ver algo mais profundo nos mangás para garotas, tente esse. Uma história bem direta e muito boa.

Foi um post mais curto, mas espero que tenha cumprido sua função. LEIAM.

Recomendação da Semana : Fuyu no Hana

Fuyu no Hana é um mangá interessante. É difícil falar dele, afinal, é uma one-shot cuja sinopse já entrega toda a história. Ou quase. Este é mais um mangá da artista (Ela tem vários pseudônimos, não sei como chamar) de Watashitachi no Shiawase na Jikan e Hoshi no Koe (Ambos têm textos no blog, aqui e aqui), mas nestas obras ela apenas fez a arte, em Fuyu no Hana a história também ficou a cargo dela.

Os protagonistas são Itadori e Rakka. O mangá começa mostrando-os em sua infância, e também nos apresenta à irmã de Itadori. Ela arruma o cabelo de Rakka que estava bagunçado devido às brincadeiras.

A irmã tinha cheiro de flores, segundo a jovem Rakka, que mal sabia que ela tinha uma espécie de flor. Quando esta flor germinar, o hospedeiro morre.

O mangá conta com time skips e tudo mais. Mais a frente, com os protagonistas mais velhos e a irmã de Itadori já morta, o garoto rouba um beijo de Rakka, dizendo que o inseto hospedeiro deve ficar longe dos outros insetos, e que esta era a última vez em que ele poderia tocá-la. Mais detalhes são explicados ao longo do capítulo.

Fuyu no Hana tem apenas trinta e quatro páginas. Aí está o seu defeito. Se fosse uma série, e tivesse mais de um capítulo, a história poderia ser melhor distribuída e beirar um masterpiece à lá Watashitachi no Shiawase na Jikan. Mesmo assim, é surpreendente que a história consiga se desenvolver de maneira satisfatória e que ainda consiga ser finalizada decentemente.

O tamanho do mangá é o único ponto claramente prejudicial à série, que nem chegou a abusar do drama, como as doses cavalares em Watashitachi no Shiawase na Jikan. Fuyu no Hana provavelmente seria mais dramático e envolvente se fosse maior.

Mas este é um ótimo mangá. A arte nem precisa de tantos comentários, certo? Lindíssima do começo ao fim. As mudanças físicas dos protagonistas com o tempo são visíveis, ainda mais quando a mesma cena se repete em vários momentos. (Leiam para entender)

Uma boa história e um bom desenvolvimento para apenas trinta e quatro páginas. Apesar do pouco espaço para formar uma trama mais intensa com momentos melhores distribuídos por seus capítulos, Fuyu no Hana é muito bom. Recomendado.