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Recomendação da Semana: Hatsukoi Limited

A obra-prima da Kawashita.

Um mangá de romance curto, sem enrolações, com personagens carismáticos tanto do lado masculino quanto do feminino, e com um quê de originalidade bem agradável. Parece bom, não?

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Review: Hikaru no Go

“PASSEI A PERNA NO LUCAS! GANHEEEEEEEEEEEEEEI!” do Mangathering, Daisuke.

Desculpa Luki, mas Hikaru no Go é meu! Eu venci, e cá estou para trazer um texto sobre um dos melhores mangás já feitos.

Hikaru no Go é um mangá com roteiro de Yumi Hotta e arte de Takeshi Obata (Death Note, Bakuman, entre outros) que foi publicado na Shonen Jump entre 1998 e 2003, e ganhou uma adaptação para anime em 75 episódios (mais um OVA) pelo Studio Pierrot.

Muitas pessoas tendem a ter um certo “preconceito” com esse mangá por causa de sua temática: o Go, antigo jogo de tabuleiro asiático. Quem deixa de apreciar uma obra dessas por um motivo tão tolo não sabe o que está perdendo. Coitados.

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Recomendação da Semana/Primeiras Impressões: Haikyuu

Então, aqui estamos nós. Desculpe por não ter conseguido fazer o post na semana passada, houveram alguns problemas… Mas vamos ao que interessa.

Haikyuu é um mangá de Furudate Haruichi, o mesmo autor que fez Kiben Gakuha – Yotsuya-senpai no Kaidan, mangá de mistério/terror cancelado na Jump no ano de 2010, com dois volumes. Aí em 2012 o autor resolveu voltar, e com algo diferente. Um mangá de vôlei.

A série conta a história de Hinata, um garoto (Aliás, um detalhe: Ele é baixinho) apaixonado por vôlei, mas que estuda em uma escola que não tem um clube de vôlei, então até o ultimo ano ele não conseguiu jogar por falta de membros. No último ano ele conseguiu, graças a alguns primeiro-anistas, disputar uma partida oficial. Nessa partida, ele enfrenta Kageyama Tobio, conhecido como “O Rei da Quadra”. Por ter um time totalmente amador à exceção dele, eles são massacrados. Isso faz Hinata querer um dia, uma revanche contra Kageyama, para um dia ganhar dele. Porém, ao entrar no colegial, ele descobre que ambos foram para a mesma escola!

E é a partir daí que a história se desenvolve, focando na relação dos dois. (Rivalidade, depois uma rivalidade mais amigável, o fato de os dois se completarem em quadra…)

A série só tem 16 capítulos traduzidos até agora, mas ela já paree promissora, indo muito bem nas ToCs, e vendendo de forma razoável seu volume 1, o que dá esperanças de que ela não vai ser cancelada logo.

O mangá não começou muito forte, para mim, com um arco meio chato logo no começo, mas logo após, ela vem evoluindo a cada capítulo, sendo uma série bem empolgante. Os jogos ainda não foram muito explorados, podem ser melhorados, mas eles estão conseguindo dar empolgação ao leitor.

O traço do autor originalmente não parecia ser muito adequado a um mangá de vôlei, mas o mangá logo desmentiu isso. Um dos grandes destaques do mangá é a qualidade de suas páginas duplas, que ficam todas muito boas.

A relação entre os dois protagonistas também está sendo bem desenvolvida, assim como a de todo o resto do time. O mangá está parecendo que vai ter um ótimo desenvolvimento, e o que nos foi mostrado já é de qualidade.

Eu recomendo lerem.

#JumpWeekend Review: Sket Dance

“Não precisa de motivo pra ajudar um amigo em apuros! Eu disse que faria, então vou fazer! Eu… nunca trairia um amigo. Não importa se alguém já te traiu alguma vez, eu não sou assim!”

O Jump Weekend é um projeto de blogagem coletiva, com vários blogs postando sobre mangás/mangakas/ qualquer coisa relacionada a famosa revista Shonen Jump. O Mangathering também está dentro dessa. Então, nesse post, falarei de um dos meus mangás favoritos da Shonen Jump, Sket Dance (oh, really?).

A série não teve tanta sorte assim no começo de sua vida, no ano de 2007. Durante um bom tempo, ela ficou lutando contra o cancelamento, e causando aflição nos (na época poucos) leitores de que a série acabaria de forma prematura. Mas em uma rara amostra de justiça nesse mundo dos mangás, Sket começou a ganhar popularidade, e atualmente se mantém muito bem na revista, obrigado. Com direito até a um anime lançado em 2011, que já passa dos 60 episódios. Mais que merecido para essa ótima série de (na maior parte do tempo) comédia.

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Série temática do Mangathering #5 – Mangás cancelados [3/4 – Daisuke – Lock On!]

Segundo texto (Ignorando o post de apresentação) da série temática de Junho. Cá estou eu.

Hoje falarei de Lock On!, mangá que foi publicado e, obviamente, cancelado na Shonen Jump em 2010, e é assinado por Tsuchida Kenta, que não tem outra contribuição para o mundo dos mangás. Leia o resto deste post

Recomendação da Semana: Island (Komi Naoshi)

Pela segunda semana seguida, uma one-shot do autor de Double Arts e Nisekoi será recomendada. E é a que eu considero a melhor dele até então. Este one-shot foi publicado no ano de 2007, na Akamaru Jump (revista da Shueisha que serve pra testar autores novatos, normalmente).

A história se passa em uma ilha em um futuro alternativo, protegida por muralhas gigantes, e conta a história de Aira, uma garota com 14 anos recém-completos que tem um sonho de descobrir o que existe no mundo lá fora. Mas uma grande surpresa a aguarda a respeito disso….

Para uma one-shot ser realmente boa, ela tem que conseguir desenvolver e concluir bem seu enredo mesmo com um numero reduzido de páginas. E o Naoshi consegue fazer isso muito bem com Island.

A história tem um clima muito bom, e se desenvolve com qualidade, enquanto prepara os leitores pra revelação, que vamos descobrindo junto com a protagonista, o que causa uma boa surpresa no leitor. O universo que o autor criou, da ilha, dos personagens, e da relação entre eles, dá um clima agradável a história, assim como seu final, que é bem motivador e esperançoso, mas longe de ser estúpido.

Acho legal ver como o autor consegue fazer uma boa história shounen sem grandes elementos de ação, ou sem uma grande necessidade de criar tensão no leitor. A história tem um ritmo tranquilo, ainda que não sendo maçante em nenhum momento.

A protagonista (Que por sinal, é feminina, coisa rara numa história desse tipo) é uma personagem que consegue ser bem trabalhada nessas poucas 44 páginas.

Quanto a arte, eu sempre disse gostar muito do traço do mangaka. É bem simpático, mesmo não sendo incrivelmente detalhado, eu considero bem bonito. Ajuda bem a contar a história.

Uma one-shot original e bem feita, que eu considero a melhor obra do Naoshi. Leiam, não se arrependerão.

Recomendação da semana: Apple

Olá, leitores. Como avisado no twitter do Mangathering, a “Recomendação da semana” não será mais postada às quartas-feiras, mas sim às quintas. Quarta-feira é, provavelmente, o dia mais “puxado” para nós, do Mangathering, por isso havia uma pequena dificuldade com o prazo, embora na maioria das vezes os textos tenham sido postados pontualmente.

Eu sempre tenho muitas dúvidas de que obra recomendar. Neste caso, não foi diferente. Para falar a verdade, eu sempre penso se devo recomendar algo que já li/assisti há algum tempo, ou se devo ler/assistir algo inédito (pelo menos para mim) especialmente para esta recomendação. Desta vez eu optei por ler um mangá apenas para recomendar, caso gostasse, obviamente. Após fazer isso, conclui que a obra lida não teria um texto que fosse, pelo menos, satisfatório, por ter uma história confusa, embora interessante. Então decidi ler uma one-shot. Eu costumo recomendar one-shots e séries curtas, pois são de fácil acesso e leitura.

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